13.05

Foi anunciado ontem (12) que nossa Lucy Hale é o novo rosto da marca Almay Cosmetics, confira a matéria da People traduzida abaixo:

A atriz e nova celebridade porta-voz da Almay fala exclusivamente com as pessoas sobre sua jornada no cuidado da pele.

Lucy Hale vem servindo de inspiração para beleza há mais de uma década. Atualmente, porém, ela está adotando uma mentalidade “menos é mais” e em parceria com uma marca que compartilha sua abordagem de cuidados com a pele e maquiagem.

Hoje, a estrela de 30 anos de Katy Keene se torna a mais recente celebridade porta-voz da Almay, uma marca com a qual ela cresceu junto, diz Hale exclusivamente a People.

“Os algodões removedoras de maquiagem dos olhos e os bastões de borracha para maquiagem, eu me lembro de amar eles e sempre tê-los no meu kit.”

Hale acrescenta que essa parceria é natural porque a Almay cria produtos para os tipos de pele mais sensíveis, sendo examinados por dermatologistas e oftalmologistas. E como alguém “propenso a romper”, ela pode se relacionar com aqueles que procuram os produtos certos.

“No passado, eu tive muitos problemas com minha pele, então estou sempre procurando produtos que não a irritem. Eu amo Almay porque é livre de fragrâncias e hipoalergênico ”, diz ela.

“Mas só porque é limpo, isso não significa que não é divertido”, acrescenta Hale. “Eles ainda têm maquiagens realmente incríveis, sombras para os olhos e batons”. Entre as suas escolhas: o óleo para lábios Lip & Care de Almay (“Eles são realmente hidratantes”, ela diz e sua maquiagem Smart Shade Skintone.

Hale voltou para produtos de beleza mais limpos depois de anos de “luta” com sua pele. “Na faixa dos 20 anos, eu tentava vários produtos e continuava tipo “por que minha pele ainda não está boa?” era porque simplesmente não minha pele não concordava com as coisas que eu estava colocando nela.”

Os longos dias no set agravaram o problema. “Minha pele não gosta de muita maquiagem, mas as camadas de base, pó, base, pó… Isso só a deixou com muita raiva”.

Ela admite: “Houve dias em que eu estava filmando Pretty Little Liars e não queria ir trabalhar porque minha pele estava muito ruim. Eles precisavam me iluminar às vezes, porque eu sairia, tinha muita coisa acontecendo”.

Esses “momentos de insegurança” causaram muita ansiedade e algumas lágrimas, diz ela. “Você está nessa mentalidade de ‘nunca vai melhorar, nunca vai desaparecer’. Mas, com isso sendo dito, era apenas pele e eu só tinha que lembrar que as pessoas não estavam assistindo o programa por isso, eles estavam assistindo o programa porque gostam”.

Enquanto Hale ainda tem um “dia de pele ruim” ocasional, ela se abstém em buscar uma solução. “Naquela época, eu teria feito 50 máscaras e aplicado 10 produtos depois disso, mas isso não é bom para a minha pele”.

“É meio triste, porque eu amo produtos de beleza, mas simplesmente não posso usá-los por causa de como minha pele reage. Portanto, a maior parte do meu gabinete é apenas para olhar”, diz ela.

Quando se trata de sua rotina, Hale ama ser prática. “Meu tempo é limitado. Definitivamente vou escolher dormir ao acordar cedo para me arrumar.”

Para a sua rotina da manhã ela diz: “Às vezes nem lavo meu rosto porque gosto de deixar meus produtos noturnos (continuarem) a penetrar. Outras vezes, usarei um removedor de maquiagem (seu favorito: Almay’s Biodegradable Clear Complexion Makeup Remover Cleansing Towelettes) para remover o excesso. Então eu vou usar um soro de vitamina C e FPS “.

Minha rotina noturna é definitivamente um pouco mais complexa. É quando eu esfolio e às vezes faço uma máscara. Comecei a usar retinol prescrito, porque acordei um dia e fiquei tipo “’Eu vejo uma ruga. Está na hora’. Eu também amo e uso muitos óleos, o que realmente mantém minha pele hidratada. ”

Claro, nenhuma conversa sobre beleza com Hale estaria completa sem uma verificação de status em seu cabelo. E a atriz, que cortou seu cabelo há alguns anos, reitera que o corte chegou para ficar.

“Uma das coisas mais pesquisadas no Google sobre mim é o meu corte de cabelo. Eu acho isso muito engraçado. Meus amigos são tipo: ‘Deixe seu cabelo crescer. Caras gostam de cabelos compridos’. Mas eu não vou. Eu sinto que entrei em meu próprio corpo quando cortei meu cabelo. Eu apenas me senti mais eu.”

É provável que nem um papel faça com que Hale faça uma grande mudança de cabelo. Afinal, é para isso que servem as extensões e perucas. “Esta é a minha assinatura.”

Fonte: People

Confira a foto do ensaio para a Almay em nossa galeria:

ENSAIOS FOTOGRÁFICOS – PHOTOSHOOTS > 2020 > ALMAY COSMETICS

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09.03

No último dia (3), Lucy Hale esteve em Paris para prestigiar o desfile da nova coleção da marca Miu Miu, durante o Paris Fashion Week. Confira as fotos em HQ na nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

FOTOS TIRADAS POR PAPARAZZI – CANDIDS > 2020 > 03/03 – ARRIVING AT THE ‘MIU MIU’ SHOW IN PARIS, FRANCE

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APARIÇÕES EM EVENTOS – EVENTS & APPEARANCES > 2020 > 03/03 – ‘MIU MIU’ FASHION SHOW IN PARIS, FRANCE

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13.02

Acaba de sair uma nova sessão de fotos da Lucy Hale acompanhada de uma entrevista para a revista InStyle. Confira traduzida abaixo:

Eu literalmente não vou sair da cama amanhã,” Lucy Hale me conta no telefone. É tarde da noite de um sábado, e a atriz passou algumas horas relaxando em seu apartamento em NYC; Antes da nossa ligação, ela assistiu Miss Americana, o documentário da Taylor Swift na Netflix, mas além disso ela “não tem nada nos planos pra hoje.”

Passando o sábado maratonando embaixo das cobertas pode parecer uma vida indulgente para uma jovem celebridade indolente, mas no caso de Hale, é uma pausa necessária de uma fila de compromissos.

Ela tem várias coisas rolando.

No topo de filmar e promover sua nova série, Katy Keene. Hale também está promovendo um filme de terror, Fantasy Island, que estreia nos cinemas dos EUA no dia 14 de fevereiro – logo depois da estreia de Katy Keene no dia 6 de fevereiro. Com a sessão de fotos da InStyle feita uma semana antes, pareceu claro que a atriz não tinha um momento nem para ver um médico quando a temporada começou. A médica veio ao set em vez disso, e entre usar vestidos bufantes, Hale recebeu injeções de vitaminas e antibióticos, esperando melhorar de uma garganta inflamada para ter certeza de que poderia cantar em alguns dias (porque, sim, seu papel como Katy envolve música, também).

“É um mês ocupado,” Hale diz, parecendo mais animada do que cansada ou estressada. Mesmo depois de terminar a sessão de fotos, a atriz não parece cansada. Em alguns minutos, ela volta a ser a mesma pessoa, sorrindo, contando piadas e fazendo poses de yoga no topo de uma caixinha, tirando algumas fotos impressionantes. “Tem muitas coisas excitantes acontecendo. Mas o que é mais legal é que esses projetos não poderiam ser mais diferentes nem se eu tentasse. Eles são opostos.”

Ela tem um ponto. Fantasy Island é um filme de terror inspirado na série dos anos 70, onde sua personagem tem a chance de se vingar de alguém do seu passado (“Um filme para uma coca e pipoca”, como Hale chama). Katy Keene, por outro lado, é da família Archie Comics onde Hale interpreta a protagonista. Ela era o sonho de elenco do criador Roberto Aguirre-Sacasa, que também dirige o spinoff de Riverdale: Katy é uma antiga amiga da Veronica Lodge; a Pussycat Josie McCoy, interpretada por Ashleigh Murray, se muda para o apartamento da Katy no primeiro episódio. Contudo, ao invés de ser cheio de, hm, assassinato, como a série colega, segue uma jovem aspirante a designer morando em NYC. Ela tem um trabalho intenso, um namorado de longa data e um grupo de amigos que faz festa no estilo Sex and the City numa terça a noite.

“Quando recebi o script, eu achei que ia ser como Riverdale, nesse estilo obscuro e sombrio,” Hale admite. “Para minha surpresa, é como um conto de fadas. Tem muitos elementos de comédias românticas e musicais, e a história da Katy me lembra da minha – me mudando pra LA bem jovem, uma aspirante a atriz. Todos os personagens na série tem um grande sonho.”

Como Riverdale e outro membro da família, O mundo sombrio de Sabrina, a série é moderna com um toque retrô. É claro, Katy tem um iPhone, mas ela também trabalha numa versão menor da Macy’s (inteligentemente nomeado Lacy’s); faz viagens para Coney Island e se veste exclusivamente em roupas vermelho e rosa cheias de corações.

“Eu sinto que nosso guarda roupa e como você se veste todos os dias diz muito sobre quem você é, então entrar nas roupas da Katy me ajuda a me tornar ela,” Hale fala sobre o estilo da personagem. “Assim que você assiste a série, você vê a personalidade dela, vê as roupas e você pensa, ‘Isso faz total sentido.'”

Contudo, a atriz não tem planos para incorporar essas roupas no seu dia a dia.

“Eu amo rosa, mas não uso muito. Eu sou mais casual, mais contida, e eu provavelmente nunca uso salto, já a Katy está sempre em uma blusa e salto, correndo na cidade. Sempre que filmamos na rua, eu sou literalmente a única usando rosa, enquanto todos estão de casacos pretos e sem salto.”

O esquema de cores pode parecer doce, mas a série fala sobre assuntos sérios também. O colega de quarto de Katy, a drag queen Jorge, também conhecido como Ginger Lopez, é descriminado enquanto fazia audições para shows da Broadway, e Katy trabalha com mulheres bem ruins, que tentam sabotar sua carreira e impedir que ela seja promovida, apenas por inveja. Um grande tema é como o caminho para o sucesso pode ser muito difícil – algo que, aos 30 anos e quase 15 de carreira, Hale sabe tudo sobre.

“É meio que três passos a frente, um pra trás,” ela fala, sobre sua própria trajetória. Para cada Pretty Little Liars, com sete temporadas e um fandom intenso, tem uma pequena Life Sentence (a série da CW que Hale interpretou uma sobrevivente do câncer e que foi cancelada após uma temporada.) “Olhando de fora, parece que tudo será ótimo, e você conseguiu tudo fácil, mas vem sendo uma jornada. Eu estou aprendendo e crescendo constantemente. Acho que aprender a lidar com a rejeição e negatividade é meio que uma ferramenta, e eu não sei se eu já consegui domar. Mas, você aprende a lidar com isso. Você meio que criar essa barreira ao seu redor para que você cresça dentro. Acho que com essa mentalidade, você pode fazer tudo.”

É claro que comentários negativos e críticas ainda a aborrecem. “Eu sou uma dessas pessoas muito sensíveis; eu sinto tudo,” Hale diz. Contudo, tem uma coisa que ela não se importa mais a esse ponto: sua aparência.

“No início dos meus 20 anos, final da minha adolescência, meu Deus – eu era muito dura comigo mesma. Como eu era, quanto eu pesada, a comida que eu comia, minha pele, tudo. E eu acho que é normal. Mas é ótimo estar em uma idade onde eu aceito o corpo que tenho, e me aceito, me amo, sabe? Tipo, leva um tempo para chegar nesse ponto onde você pensa, ‘Meu Deus – eu realmente gosto de quem eu sou.”

É possível que tenha algo a ver com se mudar de LA para New York para filmar Katy Keene, e Hale disse que a cidade a tornou mais espontânea e social; ela agora anda pra todo lado e está orgulhosa de ter enfrentado seu primeiro inverno nova iorquino. Ela também disse que está passando mais tempo fazendo o que ela quer, em vez de o que ela acredita que os outros acham que ela deveria fazer. Na esfera do trabalho, isso significa que Hale só pega trabalhos que a façam feliz – e no momento isso inclui a parceria com a Kyleena IUD, para ajudar as mulheres a se informarem sobre controle de natalidade,

“Como mulheres, temos o direito de tomar nossas decisões sobre nossos corpos, e eu acho que estamos em um momento importante onde precisamos manter esse poder. Colocar o DIU fez sentido no momento já que estou muito ocupada. Estou solteira e eu claramente não quero filhos agora. Essa não é um sermão para ninguém, é principalmente, ‘Aqui estão os fatos; faça perguntas e então decida o que é melhor para você.'”

Posso dizer que ela está escolhendo as palavras com cuidado sobre esse tópico, lembrando do documentário que Hale acaba de assistir, Miss Americana, onde Swift fala que ela sentiu a pressão de fazer a coisa certa para ser vista como a ‘boa menina’, o que pode tornar a fama muito complicada.

“Eu estava vendo ela falar sobre aprovação, e querer ser boa e fazer o bem, e eu me senti ouvida,” Hale fala sobre o filme. “Eu pensei, ‘Eu me sinto vista. Eu me sinto vista!'”

De outro lado, Hale agora aceita seus erros – até as “burrices colossais”, isso, ainda bem, aconteceu nos bastidores e nunca vão se tornar manchetes. É claro, ela está no processo de remover algumas tatuagens, mas são erros como esses que a ajudam a se tornar a pessoa que ela é hoje.

“Eu estou no momento onde eu penso, ‘Oh, eu posso errar e posso falar por mim mesma, posso fazer X, Y e Z e ainda estar bem,'” ela diz. Hale agora pode trabalhar duro e relaxar, aparecer em filmes de terror e então interpretar uma Katy Keene louca por rosa, ela sabe que a vida é balanceada. “Minha ideia de ser boa mudou enquanto eu crescia. Ser boa não é igual anjo. Ser boa pode ser um anjo… Com atitude.”

Fonte: InStyle

Confira a sessão de fotos em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

ENSAIOS FOTOGRÁFICOS – PHOTOSHOOTS > 2020 > INSTYLE

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12.02

Aconteceu na noite de ontem (11), a premiere do novo filme da Lucy, “Fantasy Island“. O evento aconteceu no AMC Century City na Califórnia.

Confira as fotos da Lucy no evento em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

APARIÇÕES EM EVENTOS – EVENTS & APPEARANCES > 2020 > 11/02 – FANTASY ISLAND PREMIERE AT THE AMC CENTURY CITY 15 IN CENTURY CITY, CALIFORNIA

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06.02

No dia de ontem (5), Lucy Hale promoveu sua nova série ‘Katy Keene’ em New York City. A primeira parada foi no Build Series, onde ela participou de um bate papo sobre a série e também promoveu seu novo filme ‘Fantasy Island’ que estreia na próxima semana nos EUA.

Confira tudo sobre a participação da Lucy no Build abaixo:

FOTOS TIRADAS POR PAPARAZZI – CANDIDS > 2020 > 05/02 – OUTSIDE BUILD SERIES IN NYC

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APARIÇÕES EM EVENTOS – EVENTS & APPEARANCES > 2020 > 05/02 – BUILD SERIES IN NYC

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Fizemos um resumão em tempo real do que estava rolando na conversa do Build, vocês podem conferir clicando aqui.

Depois disso, Lucy foi para a frente da loja Saks na Fifth Avenue em NY para promover a vitrine inspirada em ‘Katy Keene’ que está em exposição na loja. Veja mais sobre:


FOTOS TIRADAS POR PAPARAZZI – CANDIDS > 2020 > 05/02 – ARRIVING AT SAKS IN NYC

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APARIÇÕES EM EVENTOS – EVENTS & APPEARANCES > 2020 > 05/02 – PROMOTING KATY KEENE AT SAKS IN NYC

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E por último, Lucy esteve no programa People Now, confira fotos abaixo:

APARIÇÕES EM EVENTOS – EVENTS & APPEARANCES > 2020 > 05/02 – VISITING PEOPLE NOW IN NYC

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30.01

Lucy Hale é a garota de março da Cosmopolitan Magazine, e hoje (30), foi divulgada a entrevista acompanhada de uma linda sessão de fotos. Confira traduzida pela nossa equipe abaixo:

Sua mãe disse pra ela não fazer isso. Mas quando Lucy Hale tinha apenas 15 anos de idade, o mundo estava numa mania de Britney Spears, se bronzeadores de spray e tanguinhas e jeans de cintura baixa. Quem de nós não cogitou colocar um piercing no umbigo?

Lucy fez mais do que cogitar. “Eu tive o longo, o indecente, o inútil.” ela gesticula para o que eu acredito ser a linguagem universal do “melhores quiosques de shopping por volta de 2004.” Puxando sua blusa para cima, ela revela o buraco em seu umbigo que nunca fechou. “Me levou muito tempo para convencer minha mãe,” ela lembra. “E então eu não tive coragem de dizer a ela depois de um mês, que eu tinha detestado.”

Pode se pensar que esse conto terminaria com um “eu nunca mais furei lugar nenhum”. Mas estamos no momento numa sala no fundo da Maria Tash, uma loja de piercings no SoHo em New York City, porque Lucy, que acaba de fazer 30 anos, está aqui para o piercing número 10. E talvez o número 11, “Se eu estiver realmente louca.”

Ela sobe na mesa, balançando seu Converse branco como uma criança em uma cadeira grande enquanto um dos funcionários usa uma Sharpie para preparar sua fossa triangular (isso é científico para a parte de cima de sua orelha).

Em alguns segundos, um conjunto de diamantes brilha do lado direito da cabeça de Lucy. A dor, ela jura, não era nada. Nada! Ela está encantada. E esse é o momento onde tudo que eu pensei que sabia sobre Lucy se mostra totalmente errado.

A atriz, aparentemente uma das raras boas estrelas na decadência de Hollywood, é na verdade, carismática, e uma parceira para crimes. Eu comecei meu dia me preparando para a entrevista com uma pessoa famosa e de alguma forma, vou terminar com dois novos piercings em mim. Ou como Lucy diz, me assistir passar pelo processo indolor e pensar nisso como um presente para mim mesma.

Para o bem de ambas nossas mães, é uma boa coisa que estamos nos encontrando numa loja de piercings e não numa de tatuagens. Porque quem sabe quais decisões interessantes da vida seriam feitas por lá. Lucy está em sessões no longo e doloroso processo de remover seis tatuagens, incluindo um elefante (“Eu fiz ele fora do país e não foi bem feito”), uma lâmpada (“cansei dela”), e um verso da bíblia em sua costela (“eu não sou mais religiosa”, e a fonte não conversa com o resto do seu corpo). Algumas de suas tatuagens sobreviventes no momento: a escrita de sua avó no seu braço, um olho malvado, e uma frase do poeta do Instagram Atticus: “Love her but leave her wild.”

Precisa de um minuto para olhar essa capa de revista e ter certeza que esse ainda é um perfil da Lucy Hale? Eu entendo. Ela também. ELa tem plena consciência de sua imagem sem escândalos. Ela tem essa vibe Forever 21, e as pessoas vão pensar nela como adolescente até que ela faça 40 anos. (Veja também: Alexix Bledel ainda é Rory Gilmore; Sarah Michelle Gellar sempre será Buffy; Rachel Bilson ainda é nossa Summer.)

Em outras palavras, você está certo. Ela *parece* mansa. Exceto que essa Lucy Hale está tirando a laser um inocente elefantinho – e mantendo a palavra wild (selvagem). No começo, eu culpo Nova York por transformar esse anjo de pessoa em uma pessoa com um lado selvagem. A cidade tem uma fama de esmagar almas, e Lucy está morando aqui pela primeira vez, tirando uma folga de Los Angeles, onde ela viveu desde que tinha um piercing no umbigo.

Ela está na cidade para gravar Katy Keene, da CW, o mais novo spin-off inspirado na Archie Comics. Uma aspirante a estilista em seus 20 e poucos anos, Katy é uma caçadora de sonhos, uma moça esperta se apaixonando por se apaixonar. Como Carrie em Sex in the City. Ou o que eu chamaria de “O tipo Lucy Hale” antes de conhecer Lucy Hale.

Lucy vem interpretando a boa menina por tanto tempo que o produtor de Katy Keene, Roberto Aguirre-Sacasa usou seu rosto nesses moodboards antes da série ter o sinal verde, muito menos um elenco escolhido. “Ela foi nosso protótipo,” ele diz. “Katy é meio que uma It Girl mas também a menina da casa ao lado que conhecemos.” Que é atraente para o público (leia-se: você e eu.)

Então, Katy Keene, mesmo que, assim como PLL, tem bastante coisas sexy – a imagem inocente de Lucy ainda se perpetua. (Sim, a personagem de Lucy em PLL, Aria, matou alguém e enterrou um corpo, e ok, seu namorado de longa data era seu professor na escola. Mas mesmo depois de sete temporadas, Aria ainda era “boa”. Uma assassina moralmente superior com o coração de ouro.

Inteligente o suficiente para perceber que sempre estaria ligada a Aria, Lucy está animada para seguir em frente de forma criativa. Um sorriso conhecido passa por seu rosto quando ela anuncia, “Eu estou finalmente no ponto onde eu não preciso fazer audição para adolescentes. É tão legal.” Durante os anos, Lucy teve papéis em séries promissoras como Life Sentence e Ryan Hansen Solves Crimes on Television, embora ambas foram canceladas depois de uma ou duas temporadas. Ela tem o filme de terror Fantasy Island saindo esse ano além de dois papéis principais em filmes baseados em livros, The Hating Game e Pornology (reentitulado A Nice Girl Like You para a versão do filme). Basicamente, ela tem se esforçado e tentado muito crescer nas telas e na vida real.

“Olhando para trás agora é meio, oh, isso foi realmente difícil,” ela diz, apontando que seus 20 anos em uma série com “Bonita” no título. Ela continuava envelhecendo, da maneira normal de um ser humano, mas sua personagem nunca envelheceu um dia, ficando magicamente no ensino médio, por tipo, cinco anos seguidos. “Você sentia que tinha que defender um tipo de imagem,” ela diz. “E sempre fui muito pequena, mas no curso de oito anos, meu corpo mudou. Eu ganhei um pouco de peso, e ver como as pessoas reagiram a isso realmente mexeu com a minha cabeça.”

À medida que a série foi ficando mais e mais popular, toda essa dúvida interna foi ficando mais difícil de esconder. “Eu comecei a ter esses surtos relacionados ao estresse e hormônios”, ela lembra. Tinham dias que sua pele ardia, e “eles tinham essa luz especial para mim.” Finalmente, ela perdeu toda década dos seus 20 anos, que você começa como um pedaço de barro, embebido em cerveja derramada em festas e termina como uma rara obra de arte.

“Eu olho pra trás e penso que todos as horas e minutos que gastei me preocupando com como eu estava ou com algo que estava fora do meu controle,” diz Lucy. “Eu queria voltar no tempo, embora isso me levou ao que eu sou hoje.”

E onde exatamente está Lucy agora?

Para começar, ela está aliviada de ter 20 anos. “É tão bom não dar a mínima pra certas coisas,” ela diz.

E como ela ainda não teve a chance da vida moldá-la, ela fez muitas esculturas ela mesma, em apenas um dia. Vide: cortes de cabelo. “Foi a coisa mais libertadora que já fiz.” ela diz sobre a decisão de cortar o cabelo. As pessoas ainda vem até a Lucy e dizem que gostavam mais dela antes. E com “pessoas”, ela quer dizer homens.

“Não consigo nem contar as vezes onde caras disseram, ‘Você deveria deixar seu cabelo crescer de novo. Eu gosto de cabelo longo.’ E eu fico meio, ‘Eu não estou cortando meu maldito cabelo por você.’ Eu corto meu cabelo por mim. E eu me sinto ótima com ele assim.”

Ela se inclina, mais animada do que esteve o dia inteiro: “Ou vários caras não gostam de um batom mais ousado. Eu amo batons fortes. Eu não ligo. Eu não ligo! Eu não me visto para os homens, de verdade. Eu me visto para mim mesma e o que eu acho que é legal.” Ela define sua estética como um “look sexy não tradicional. Mais coisas masculinas são legais pra mim. Eu nunca fui a menina que quer roupas apertadas, mais baixas e curtas.’ Eu me visto constantemente como uma das gêmeas Olsen.”

Quando criança em Nashville, Lucy não esperava – e certamente não queria – essa vida. Ela sempre achou que estaria casada e com filhos agora. Você sabe, como muitos de nós achamos que sabemos exatamente pra onde nossa vida está indo até que crescemos e percebemos que nada está indo como esperado, e que nossas fantasias de infância falharam com nossas realidades adultas.

“Quando eu era mais nova, eu estava constantemente querendo ficar com alguém ou namorar alguém porque eu tinha medo de estar solteira ou sozinha,” Lucy explica. “Agora, eu estou no momento que se eu conheço alguém, é melhor que eleve minha vida, porque eu amo estar solteira.” (Seus planos sobre uma família? Estão na espera. Quando eu perguntei a equipe do Maria Tash o quão doloroso seria a dor de zero a uma inserção de DIU, Lucy disse que ama seu DIU da Kyleena porque “Eu não quero filhos no momento.”)

Como quase todo mundo no planeta, ela passou por uma fase de se apaixonar por bad boys, convencida de que podia consertá-los. Mas também como todo mundo, Lucy descobriu uma coisa: Caras legais são melhores.

“Eu costumava me atrair por pessoas danificadas que passaram por alguma merda,” ela diz. “Agora, eu sou tipo, você pode ser legal mas não entediante. Legal mas não um fracasso.” (Adolescentes vão, é claro, rolar os olhos lendo isso, agarrando-se ao pensamento de preferirem o Billy ao Steve em Stranger Things, Nate ao McKay em Euphoria. Eu já fiz isso. Lucy também.)

Ela tentou aplicativos de relacionamento – especificamente um VIP que não pode ser revelado.

Não para encontrar um marido, mas também para conhecer um cara legal, não chato, para sair. E, ok, talvez um bad boy famoso, apenas para se divertir.

“John Mayer está lá,” ela diz. “E eu dei sim pra ele, mas eu não acho que ele deu sim em mim.”

Eu me sinto obrigada a perguntar a Lucy se ela não está nem um pouco preocupada com sua, hã, reputação (trocadilho sobre a Taylor Swift feito com sucesso). “Eu estou tão atraída pelo talento musical, que eu não me importo,” ela diz, realmente despreocupada, sem medo de qualquer dor. Isso é, afinal, alguém que sorriu enquanto sua cartilagem era destruída pela décima vez, e mencionamos que as remoções de tatuagem também não são uma caminhada no parque?

Nesse ponto, ainda estou abalada depois de conhecer essa mulher forte que é Lucy Hale. E agora, eu quero desesperadamente ser sua parceira no crime, especialmente depois que ela diz: “Ok, eu queria um bracelete da Cartier por um bom tempo. Mas eu estava meio, oh, eu preciso de alguém pra comprar pra mim. Agora, meus amigos dizem ‘Não, compre você mesma.'” E eu fantasio sobre nós saindo para assistir ela fazendo isso. “Você tem que se dar recompensas,” ela afirma. “Caso contrário, o que estamos fazendo?”

Eu concordo, e saímos nas ruas do SoHo. Olho por cima do ombro, emocionada ao saber que todos estão olhando para ela e vendo açúcar. Eu pude ver o tempero, e isso é delicioso pra caralho.

Fonte: Cosmopolitan

Confira as fotos e vídeos do ensaio:

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