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out 20

Acaba de ser divulgada uma nova entrevista da nossa Lucy Hale acompanhada de uma sessão de fotos incrível feita por Christian Høgstedt para o site SBJCT. Confira a entrevista traduzida abaixo:

Quer se tornar a melhor versão de você? Pegue essas dicas da inimitável Lucy Hale, uma força de luz e amor a ser reconhecido. Conversei com a Lucy sobre atrelar nossas intenções para termos a vida que devemos ter, viver com paixão e aprender como queremos contar nossas próprias histórias. Fiquei tão encantada por essa mulher mágica e tenho certeza que você também ficará. Leia mais abaixo…

Erin Walsh: Obrigada por tirar um tempo para se tornar VERMELHA para nossa sessão de fotos. Estou tão animada de conversar com você sobre o que te faz funcionar e porque. Vamos começar pelo começo. Como você acabou em Los Angeles e começou no showbiz?
Lucy Hale: Primeiro de tudo, eu me diverti demais nessa sessão de fotos. Foi minha primeira sessão desde o Covid e eu estava tão grata de trabalhar com gente tão maravilhosa. Sempre tive uma imaginação doida quando era criança e passava muito tempo sozinha e brincando de fingir. Isso descreve várias crianças, mas eu me sentia diferente quando era mais nova. Sempre tive essa sensação que minha vida seria diferente da dos outros. Eu vivia dentro da minha cabeça a maior parte do tempo. Então eu descobri o amor pela música o que me levou a atuação. Eu descobri o que era a pilot season e convenci minha mãe a me levar para Los Angeles. Só íamos ficar por alguns meses, mas 16 anos depois e ainda estou aqui! Vem sendo uma loucura.

EW: Eu sempre acho que atores que começaram quando crianças têm uma perspectiva insanamente aguda de todas as partes em movimento, tanto o lado empresarial quanto o criativo. Então como você acha que a sua experiência de ter começado tão nova te impactou e onde você está agora?
LH: Eu definitivamente cresci rápido e estava constantemente rodeada de adultos. Trabalhando todo o dia muito jovem e me sustentando definitivamente mudou a maneira que eu via o mundo. Tem momentos agora onde eu queria poder ter sido uma criança por mais tempo mas no final eu não teria mudado nada. Tive que ser profissional desde os meus 15 anos e isso me ensinou muito sobre trabalho duro. E isso sempre esteve dentro de mim. Sem essa paixão, eu não sei se estaria onde estou hoje. Lidar com tanta rejeição provavelmente foi a parte mais difícil, mas isso me abasteceu para me levar onde estou hoje.

EW: Algum mentor em particular ou momentos no começo que você achou que foram essenciais?
LH: Eu tive a oportunidade de trabalhar com pessoas incríveis na minha carreira. Eu fiz uma série chamada “Privileged” há uns 12 anos atrás e trabalhei com Joanna Garcia. Nunca vou esquecer o quão maravilhosa ela foi com todo mundo. Ela tratou todos com respeito e bondade e trabalhou tão duro. Isso deixou uma impressão em mim porque eu queria ser esse tipo de pessoa. Também fiz uma série há alguns anos atrás e uma pessoa foi o OPOSTO do que eu queria ser. Acho que é bom ver os dois lados da moeda. Cada situação pode ser uma experiência de aprendizado e eu sempre tento manter isso na minha cabeça.

EW: O que você considera sua maior força como uma pessoa de negócios?
LH: Definitivamente eu tenho muita paixão. Se eu faço algo, eu faço 110%. Não há área cinza para mim e isso pode definitivamente ser uma das minhas maiores forças. Também tenho uma mente muito aberta. Acho que é super importante poder escutar sem responder emocionalmente e ver de verdade todos os lados das coisas.

EW: Em seu processo de atuação, pode nos contar sobre como você encontra um personagem, emocionalmente, fisicamente e a preparação que isso leva? Como isso varia de papel para papel?
LH: Para mim, eu normalmente acho partes de mim em todos os personagens que interpreto. Eu tiro experiências parecidas e sentimentos. Entretanto, agora eu estou interpretando partes que são tão diferentes de mim e vem sendo um desafio divertido. Às vezes eu mudo meu estilo mudando meu cabelo, mas eu mal posso esperar para fazer um papel onde eu possa mudar drasticamente. Às vezes eu preciso aprender uma nova habilidade. Como no momento, estou na Espanha e tive que aprender sobre botânica para um projeto. Entretanto, a maioria do trabalho é feito na minha cabeça. Apenas sentar e ver pelo que minha personagem está passando e deixar isso entrar por completo. Cada papel é diferente para mim e então os processos mudam a cada vez dependendo de com quem estou trabalhando. Eu acredito muito em instinto natural e confiar no seu instinto quando se trata de tomar decisões sobre os personagens que eu interpreto.

EW: Qual papel você tem mais orgulho até agora?
LH: Essa é uma pergunta difícil porque eu sou minha maior crítica! Eu tenho orgulho de tudo que eu fiz sendo grande ou pequeno, mas acho que Katy Keene foi a época mais divertida que já tive. Foi uma série especial e um momento importante da minha vida.

EW: Você pensa em termos de planos de 5 e 10 anos na vida, ou é mais incidental do que isso?
LH: Eu definitivamente defino objetivos para mim mesma que eu gostaria de atingir mas eu já tive que deixar pra trás alguns deles porque eram só pra me deixar desapontada se você não marca todas as caixinhas. Acredito que nada na vida é um acidente. Acredito que tudo tem um propósito e você está sempre exatamente onde deve estar, mesmo que você não perceba às vezes. Alguns dos momentos mais difíceis da minha vida me moldaram para o que eu sou hoje. Olhando pra trás, eu nunca pensei que esses momentos complicados seriam alguns dos meus maiores presentes.

EW: Você tem um público gigante há vários anos agora – quais são suas maneiras favoritas de conversar com seu público?
LH: Eu estou num momento que só falo sobre tópicos que significam algo pra mim. Eu também me recuso a ficar quieta sobre as coisas que eu acredito mesmo que acabe perdendo apoiadores. Eu tento compartilhar meus pontos de vista de uma maneira não forçando, mas encorajando. Eu sempre tento manter real e autêntico. Eu estou sempre encontrando minha voz de uma maneira que vem sendo divertido pegar um pouco desse poder de volta.

EW: Você já teve experiências de achar difícil navegar a ideia de ser um exemplo porque você está sob os holofotes?
LH: Estou constantemente lutando com isso porque as pessoas tem uma ideia de quem eles acham que você é ou querem que você seja. Sempre tenho medo de desapontar as pessoas, mas também tenho que honrar a pessoa que sou e minha jornada. Já cometi erros e tive dificuldades, e várias pessoas não sabem disso. Acho que tem uma grande percepção errada sobre as pessoas públicas que a vida é arco-íris e glitter. Eu sou muito afortunada e grata por tudo em minha vida, mas houveram momentos bem complicados. Acho que um dia eu vou falar sobre esse lado de mim porque se eu puder fazer alguém se sentir menos sozinho, então eu fiz algo certo.

EW: Alguma causa ou instituição de caridade que você gostaria de redirecionar nossos leitores?
LH: Recentemente comecei a trabalhar com a Child Rescue Coalition. Eles criam tecnologias para dar a polícia maneiras de prender pedófilos. Eu também já trabalhei com o Smile Train e St. Jude. São tantas organizações maravilhosas lá fora e é só encontrar alguma que você de identifique.

EW: Eu amo que através do SBJCT nossos leitores podem descobrir como ser parte da mudança que querem ver no mundo. Tem algumas coisas que você está trabalhando? Que nossos leitores possam seguir seu caminho?
LH: Acho que é importante lembrar que você não tem que fazer TUDO. Meu conselho seria encontrar um tópico que você realmente ama e fique nele porque vai parecer genuíno pra você. E também, nunca pare de aprender e ver diferentes pontos de vista.

EW: Quais são seus pensamentos sobre o destino em geral? E nosso próprio papel na manifestação de nossos caminhos?
Lucy: Acredito que criamos a vida que queremos. Nossos pensamentos são TÃO poderosos e ter uma mentalidade positiva é tudo. Eu acredito no destino e que cada pessoa que você encontra e experimenta tem um propósito maior. Eu sou muito específica sobre as coisas que quero na minha vida e é louco como tantas dessas manifestações se concretizaram.

EW: Quero falar sobre como lidar com as cartas que recebemos. Este tem sido um ano estranho para todos nós, cheio de transições. Seu lindo show Katy Keene não foi escolhido para uma segunda temporada. Você tem um processo para lidar, digamos, com notícias inesperadas? E o que você faz para superar os tempos difíceis?
Lucy: Tem sido uma época muito difícil e desafiadora para o mundo inteiro. Acho que podemos dizer que foi um ano muito difícil. Obviamente, todos nós lidamos com isso de maneiras e níveis diferentes.

Infelizmente, tive que lidar com muitas rejeições e notícias decepcionantes na carreira que escolhi. Existem coisas boas, mas definitivamente é um forte equilíbrio entre os dois. Felizmente, posso passar por momentos difíceis e transformar isso em força. Tento aprender algo com cada resultado ruim. Para superar os tempos difíceis, conto com minha família, amigos e o meu cachorrinho Elvis. Eu também sou uma pessoa muito espiritual e a oração/ pensamento positivo honestamente me ajudou muito. Você tem que ser seu melhor amigo e aprender a me amar, apesar das coisas de que não gosto, também me ajudou a seguir em frente.

EW: Falamos um pouco sobre intuição e aprender a confiar em si mesmo e que muitos de nós temos a capacidade de responder às nossas próprias perguntas. Você pode me contar um pouco sobre sua própria jornada em ter mais contato consigo mesma e com nosso mundo?
Lucy: Acho que todos nós temos uma intuição inerentemente forte. Algumas pessoas estão mais em sintonia, mas acredito que todos podem voltar ao seu eu mais verdadeiro e superior. É preciso trabalho e dedicação, mas vale a pena. No ano passado, estive em uma jornada espiritual e gosto de pensar que vi um grande crescimento. O caminho de cada pessoa é diferente e não existe um caminho certo ou errado… Trata-se de encontrar o que funciona para você.

EW: Alguma prática útil que você sugeriria aos nossos leitores para melhor se conectar com nosso eu interno e também com o mundo externo? Estou lhe fazendo perguntas inebriantes, mas acho que você aguenta!
Lucy: Meditação, diário de gratidão, afirmações positivas, estar na natureza, reiki, exercícios, terapia, se certificar que seu círculo de amigos o ilumine…

EW: O que te traz esperança atualmente?
Lucy: A próxima geração tem muita paixão e quer ver mudanças. Mulheres recuperando seu poder. Sinto que muitas injustiças estão vindo à tona e isso me dá esperança de um futuro melhor.

EW: O que você está planejando? Onde podemos esperar vê-lo em seguida?
Lucy: Atualmente estou na Espanha filmando um filme chamado Borrego. Então irei para Nova York para filmar um filme chamado The Hating Game. Ambos serão lançados no ano que vem junto com um filme que fiz no ano passado chamado Big Gold Brick.

EW: Rotina de preparação física favorita?
Lucy: Hot Pilates. Recentemente, fiquei obcecada.

EW: Dicas de meditação (se tiver)?
Lucy: Comece pequeno e tente não se julgar. A meditação é muito difícil pra mim, mas fica mais fácil. Comece com 2 minutos, depois 5 e aumente semanalmente.

EW: O que devo ler?
Lucy: Where the Crawdads Sing de Delia Owens e The Four Agreements de Don Miguel Ruiz.

EW: Podcasts que você sugeriria?
Lucy: É muito escuro e perturbador, mas Sword and Scale são tão divertidas. São todos episódios reais relacionados a crimes.

EW: Uma rotina para depois do trabalho?
Lucy: Reprise de New Girl ou Schitt’s Creek.

EW: Onde você se sente mais seguro?
Lucy: Em uma trilha de caminhada perto da minha casa. Me sinto mais feliz lá e mais parecida comigo mesma. Em qualquer lugar da natureza, na verdade.

EW: Comida?
Lucy: Batatas fritas e molho ranch.

EW: Melhor qualidade em um parceiro?
Lucy: Comunicação aberta e honesta. A capacidade de estar emocionalmente presente e um coração compreensivo.

EW: Melhor qualidade em um amigo?
Lucy: Minha melhor amiga Annie é como meu apoio emocional. Ela me mantém completamente calma e essa é minha qualidade favorita nela. Eu sou uma pessoa super emocional e pode ser uma montanha-russa, então alguém que tem equilíbrio é importante para mim.

EW: Parte favorita de ser atriz?
Lucy: Conseguir me expressar por meio de personagens. Muitas vezes é difícil para mim descrever como estou me sentindo, mas posso me expressar facilmente por meio do meu trabalho.

EW: Lucy Hale, qual é o seu SBJCT? O que realmente te move e te motiva?
Lucy: Quero deixar uma boa história. Não é uma história perfeita e nem sempre há finais felizes, mas uma que é real. Eu quero inspirar as pessoas. Minha carreira me motiva. Estou sempre aprendendo e crescendo. Eu me sinto muito abençoada por estar cercada de pessoas interessantes e criativas o tempo todo. Sou grata por morar em uma cidade que aceita e ama diferentes tipos de pessoas. Todo o meu objetivo na vida é ser o meu eu mais autêntico e é definitivamente uma jornada, mas é divertida.

Fonte: SBJCT

Confira as fotos do photoshoot em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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30
jan 20

Lucy Hale é a garota de março da Cosmopolitan Magazine, e hoje (30), foi divulgada a entrevista acompanhada de uma linda sessão de fotos. Confira traduzida pela nossa equipe abaixo:

Sua mãe disse pra ela não fazer isso. Mas quando Lucy Hale tinha apenas 15 anos de idade, o mundo estava numa mania de Britney Spears, se bronzeadores de spray e tanguinhas e jeans de cintura baixa. Quem de nós não cogitou colocar um piercing no umbigo?

Lucy fez mais do que cogitar. “Eu tive o longo, o indecente, o inútil.” ela gesticula para o que eu acredito ser a linguagem universal do “melhores quiosques de shopping por volta de 2004.” Puxando sua blusa para cima, ela revela o buraco em seu umbigo que nunca fechou. “Me levou muito tempo para convencer minha mãe,” ela lembra. “E então eu não tive coragem de dizer a ela depois de um mês, que eu tinha detestado.”

Pode se pensar que esse conto terminaria com um “eu nunca mais furei lugar nenhum”. Mas estamos no momento numa sala no fundo da Maria Tash, uma loja de piercings no SoHo em New York City, porque Lucy, que acaba de fazer 30 anos, está aqui para o piercing número 10. E talvez o número 11, “Se eu estiver realmente louca.”

Ela sobe na mesa, balançando seu Converse branco como uma criança em uma cadeira grande enquanto um dos funcionários usa uma Sharpie para preparar sua fossa triangular (isso é científico para a parte de cima de sua orelha).

Em alguns segundos, um conjunto de diamantes brilha do lado direito da cabeça de Lucy. A dor, ela jura, não era nada. Nada! Ela está encantada. E esse é o momento onde tudo que eu pensei que sabia sobre Lucy se mostra totalmente errado.

A atriz, aparentemente uma das raras boas estrelas na decadência de Hollywood, é na verdade, carismática, e uma parceira para crimes. Eu comecei meu dia me preparando para a entrevista com uma pessoa famosa e de alguma forma, vou terminar com dois novos piercings em mim. Ou como Lucy diz, me assistir passar pelo processo indolor e pensar nisso como um presente para mim mesma.

Para o bem de ambas nossas mães, é uma boa coisa que estamos nos encontrando numa loja de piercings e não numa de tatuagens. Porque quem sabe quais decisões interessantes da vida seriam feitas por lá. Lucy está em sessões no longo e doloroso processo de remover seis tatuagens, incluindo um elefante (“Eu fiz ele fora do país e não foi bem feito”), uma lâmpada (“cansei dela”), e um verso da bíblia em sua costela (“eu não sou mais religiosa”, e a fonte não conversa com o resto do seu corpo). Algumas de suas tatuagens sobreviventes no momento: a escrita de sua avó no seu braço, um olho malvado, e uma frase do poeta do Instagram Atticus: “Love her but leave her wild.”

Precisa de um minuto para olhar essa capa de revista e ter certeza que esse ainda é um perfil da Lucy Hale? Eu entendo. Ela também. ELa tem plena consciência de sua imagem sem escândalos. Ela tem essa vibe Forever 21, e as pessoas vão pensar nela como adolescente até que ela faça 40 anos. (Veja também: Alexix Bledel ainda é Rory Gilmore; Sarah Michelle Gellar sempre será Buffy; Rachel Bilson ainda é nossa Summer.)

Em outras palavras, você está certo. Ela *parece* mansa. Exceto que essa Lucy Hale está tirando a laser um inocente elefantinho – e mantendo a palavra wild (selvagem). No começo, eu culpo Nova York por transformar esse anjo de pessoa em uma pessoa com um lado selvagem. A cidade tem uma fama de esmagar almas, e Lucy está morando aqui pela primeira vez, tirando uma folga de Los Angeles, onde ela viveu desde que tinha um piercing no umbigo.

Ela está na cidade para gravar Katy Keene, da CW, o mais novo spin-off inspirado na Archie Comics. Uma aspirante a estilista em seus 20 e poucos anos, Katy é uma caçadora de sonhos, uma moça esperta se apaixonando por se apaixonar. Como Carrie em Sex in the City. Ou o que eu chamaria de “O tipo Lucy Hale” antes de conhecer Lucy Hale.

Lucy vem interpretando a boa menina por tanto tempo que o produtor de Katy Keene, Roberto Aguirre-Sacasa usou seu rosto nesses moodboards antes da série ter o sinal verde, muito menos um elenco escolhido. “Ela foi nosso protótipo,” ele diz. “Katy é meio que uma It Girl mas também a menina da casa ao lado que conhecemos.” Que é atraente para o público (leia-se: você e eu.)

Então, Katy Keene, mesmo que, assim como PLL, tem bastante coisas sexy – a imagem inocente de Lucy ainda se perpetua. (Sim, a personagem de Lucy em PLL, Aria, matou alguém e enterrou um corpo, e ok, seu namorado de longa data era seu professor na escola. Mas mesmo depois de sete temporadas, Aria ainda era “boa”. Uma assassina moralmente superior com o coração de ouro.

Inteligente o suficiente para perceber que sempre estaria ligada a Aria, Lucy está animada para seguir em frente de forma criativa. Um sorriso conhecido passa por seu rosto quando ela anuncia, “Eu estou finalmente no ponto onde eu não preciso fazer audição para adolescentes. É tão legal.” Durante os anos, Lucy teve papéis em séries promissoras como Life Sentence e Ryan Hansen Solves Crimes on Television, embora ambas foram canceladas depois de uma ou duas temporadas. Ela tem o filme de terror Fantasy Island saindo esse ano além de dois papéis principais em filmes baseados em livros, The Hating Game e Pornology (reentitulado A Nice Girl Like You para a versão do filme). Basicamente, ela tem se esforçado e tentado muito crescer nas telas e na vida real.

“Olhando para trás agora é meio, oh, isso foi realmente difícil,” ela diz, apontando que seus 20 anos em uma série com “Bonita” no título. Ela continuava envelhecendo, da maneira normal de um ser humano, mas sua personagem nunca envelheceu um dia, ficando magicamente no ensino médio, por tipo, cinco anos seguidos. “Você sentia que tinha que defender um tipo de imagem,” ela diz. “E sempre fui muito pequena, mas no curso de oito anos, meu corpo mudou. Eu ganhei um pouco de peso, e ver como as pessoas reagiram a isso realmente mexeu com a minha cabeça.”

À medida que a série foi ficando mais e mais popular, toda essa dúvida interna foi ficando mais difícil de esconder. “Eu comecei a ter esses surtos relacionados ao estresse e hormônios”, ela lembra. Tinham dias que sua pele ardia, e “eles tinham essa luz especial para mim.” Finalmente, ela perdeu toda década dos seus 20 anos, que você começa como um pedaço de barro, embebido em cerveja derramada em festas e termina como uma rara obra de arte.

“Eu olho pra trás e penso que todos as horas e minutos que gastei me preocupando com como eu estava ou com algo que estava fora do meu controle,” diz Lucy. “Eu queria voltar no tempo, embora isso me levou ao que eu sou hoje.”

E onde exatamente está Lucy agora?

Para começar, ela está aliviada de ter 20 anos. “É tão bom não dar a mínima pra certas coisas,” ela diz.

E como ela ainda não teve a chance da vida moldá-la, ela fez muitas esculturas ela mesma, em apenas um dia. Vide: cortes de cabelo. “Foi a coisa mais libertadora que já fiz.” ela diz sobre a decisão de cortar o cabelo. As pessoas ainda vem até a Lucy e dizem que gostavam mais dela antes. E com “pessoas”, ela quer dizer homens.

“Não consigo nem contar as vezes onde caras disseram, ‘Você deveria deixar seu cabelo crescer de novo. Eu gosto de cabelo longo.’ E eu fico meio, ‘Eu não estou cortando meu maldito cabelo por você.’ Eu corto meu cabelo por mim. E eu me sinto ótima com ele assim.”

Ela se inclina, mais animada do que esteve o dia inteiro: “Ou vários caras não gostam de um batom mais ousado. Eu amo batons fortes. Eu não ligo. Eu não ligo! Eu não me visto para os homens, de verdade. Eu me visto para mim mesma e o que eu acho que é legal.” Ela define sua estética como um “look sexy não tradicional. Mais coisas masculinas são legais pra mim. Eu nunca fui a menina que quer roupas apertadas, mais baixas e curtas.’ Eu me visto constantemente como uma das gêmeas Olsen.”

Quando criança em Nashville, Lucy não esperava – e certamente não queria – essa vida. Ela sempre achou que estaria casada e com filhos agora. Você sabe, como muitos de nós achamos que sabemos exatamente pra onde nossa vida está indo até que crescemos e percebemos que nada está indo como esperado, e que nossas fantasias de infância falharam com nossas realidades adultas.

“Quando eu era mais nova, eu estava constantemente querendo ficar com alguém ou namorar alguém porque eu tinha medo de estar solteira ou sozinha,” Lucy explica. “Agora, eu estou no momento que se eu conheço alguém, é melhor que eleve minha vida, porque eu amo estar solteira.” (Seus planos sobre uma família? Estão na espera. Quando eu perguntei a equipe do Maria Tash o quão doloroso seria a dor de zero a uma inserção de DIU, Lucy disse que ama seu DIU da Kyleena porque “Eu não quero filhos no momento.”)

Como quase todo mundo no planeta, ela passou por uma fase de se apaixonar por bad boys, convencida de que podia consertá-los. Mas também como todo mundo, Lucy descobriu uma coisa: Caras legais são melhores.

“Eu costumava me atrair por pessoas danificadas que passaram por alguma merda,” ela diz. “Agora, eu sou tipo, você pode ser legal mas não entediante. Legal mas não um fracasso.” (Adolescentes vão, é claro, rolar os olhos lendo isso, agarrando-se ao pensamento de preferirem o Billy ao Steve em Stranger Things, Nate ao McKay em Euphoria. Eu já fiz isso. Lucy também.)

Ela tentou aplicativos de relacionamento – especificamente um VIP que não pode ser revelado.

Não para encontrar um marido, mas também para conhecer um cara legal, não chato, para sair. E, ok, talvez um bad boy famoso, apenas para se divertir.

“John Mayer está lá,” ela diz. “E eu dei sim pra ele, mas eu não acho que ele deu sim em mim.”

Eu me sinto obrigada a perguntar a Lucy se ela não está nem um pouco preocupada com sua, hã, reputação (trocadilho sobre a Taylor Swift feito com sucesso). “Eu estou tão atraída pelo talento musical, que eu não me importo,” ela diz, realmente despreocupada, sem medo de qualquer dor. Isso é, afinal, alguém que sorriu enquanto sua cartilagem era destruída pela décima vez, e mencionamos que as remoções de tatuagem também não são uma caminhada no parque?

Nesse ponto, ainda estou abalada depois de conhecer essa mulher forte que é Lucy Hale. E agora, eu quero desesperadamente ser sua parceira no crime, especialmente depois que ela diz: “Ok, eu queria um bracelete da Cartier por um bom tempo. Mas eu estava meio, oh, eu preciso de alguém pra comprar pra mim. Agora, meus amigos dizem ‘Não, compre você mesma.'” E eu fantasio sobre nós saindo para assistir ela fazendo isso. “Você tem que se dar recompensas,” ela afirma. “Caso contrário, o que estamos fazendo?”

Eu concordo, e saímos nas ruas do SoHo. Olho por cima do ombro, emocionada ao saber que todos estão olhando para ela e vendo açúcar. Eu pude ver o tempero, e isso é delicioso pra caralho.

Fonte: Cosmopolitan

Confira as fotos e vídeos do ensaio:

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18
jun 18

Hoje foi divulgada uma entrevista da Lucy para a revista Haute Living, onde ela conta mais sobre o abuso sexual que sofreu (onde contou em um post, já deletado, em suas redes sociais). Confira traduzido abaixo:

Em Hollywood é fácil se perder – em um papel, na sua própria onda, na brilhosa calçada da fama. Lucy Hale pode admitir isso: por um tempo, ela também estava perdida. E o que mais? Com apenas 29 anos, ela não tem pressa para se encontrar.

Depois de interpretar Aria Montgomery na série de drama da Freeform, Pretty Little Liars por sete anos consecutivos, não é de se admirar que Hale teve uma crise de identidade. Ela não só se tornou sua personagem, mas também interpretou uma adolescente na maior parte dos seus 20 anos. Enquanto Aria, a garota, dominava, Lucy, a mulher, se perdeu. O papel estava inadvertidamente impedindo ela de crescer. Parafraseando Britney Spears, Hale não era uma menina, mas também ainda não era uma mulher.

“Foi muito divertido, mas tentar encontrar uma identidade fora da minha pessoa pública. Por um tempo, era quem eu achava que era,” ela admite. “Eu pensei que deveria viver para algumas expectativas, do que as pessoas esperavam que eu fosse. Foi miseravelmente tentar manter isso e tentar manter uma imagem pública perfeita.” Ela pausa e adiciona, “Eu tive que deixar essa parte ir.”

Ela teve sua epifania um pouco depois de encerrar PLL em 2016. “Eu passei por essa fase estranha, e não era o mais feliz que eu estive,” ela se lembra. “Eu estava passando por umas m*rdas de ser humano real que todos passamos, e foi um pouco depois disso que eu falei para mim mesma que ia fazer grandes mudanças que me deixariam mais feliz. Parte disso é cortar as porcarias e tomar decisões por mim mesma, não pelos outros.”

Hale age como se não é grande coisa fazer essas revelações – como se sua franqueza não fosse uma anomalia, e é impressionante que para alguém que construiu sua carreira interpretando uma mentirosa, ela é, na verdade, completamente o oposto.

“Fama e essa noção pré-concebida do que é meu estilo de vida, não é real,” ela mantém. “É tão artificial, tão falso, e poderia ir embora. Não é real, e é o que venho tentando aprender. Sim, eu sou abençoada: Eu tenho uma casa, um emprego, notoriedade e as pessoas me reconhecem, e isso é o que muitas pessoas queriam ter. E é parte de mim, mas não tudo. Eu tenho que achar essas coisas que me deixam normal e me mantém com o pé no chão.”

Para nós, ela obteve sucesso. Quando nos encontramos no Aroma Café, que está repleto de colegas criativos lendo roteiros e conversando sobre negócios, ela não apenas empurra a mesa suja sozinha, mas até se oferece para pagar. Não é forçado — ela só está sendo ela mesma. Seu objetivo na vida é ser “honesta, legal e boa”. Ela assinala cada caixa.

“Eu estou descobrindo as coisas como qualquer um. Eu tento manter tudo real,” ela reconhece, percebendo que parte da tentativa de manter o pé no chão era, acima de tudo, cortar as redes sociais. A estava deixando miserável, embora ela tivesse 19,9 milhões de seguidores no Instagram, ela não tem vergonha de admitir.

“É quase como uma doença,” Hale diz. “Estamos tão viciados, e no que as outras pessoas estão dizendo. Honestamente, eu sei que parece clichê dizer que as redes sociais estavam afetando minha felicidade, mas realmente estavam. Era importante para mim me desconectar disso, colocar meu telefone de lado um pouco e viver a vida ao meu redor.”

Se você olhar para as redes sociais, verá os suspeitos de sempre: headshots com poses artisticas, clipes de projetos e selfies de celebridades. Mas se você olhar mais de perto, verá a Hale real em uma camiseta larga da Whitney Houston, sem maquiagem, agarrando seu cachorro, fazendo graça da sua altura com legendas como “Nunca estive mais alta.”

Mas além desses vislumbres da verdadeira Lucy, é a essência das estrelas e momentos de red carpet que deixam os fãs felizes, então ela se obriga. “É uma roda de destaques. É todo mundo em seus melhores dias, portando fotos que eles nunca tiraram centenas de vezes e colocam mil filtros em cima,” ela diz, adicionando que ela também é culpada por fazer isso. “Não estou dizendo que não estou procurando por aprovação, porque não é isso. Tem dias que eu preciso disso das pessoas. Mas é legal estar em uma idade e momento da minha vida onde isso não é a coisa mais importante, porque por muito tempo, foi. Não é mais; eu me libertei.”

Não é coincidência que essa recém-descoberta clareza coincidiu com o fim de PLL e as intermináveis possibilidades que liberdade na carreira ofereceram. Por mais que ela amasse a série, ela precisava se distanciar dessa adolescente que ela interpretava. Com o movimentado oásis de atores e roteiristas nos cercando, Hale fica calada enquanto fala sobre o ano de crescimento pessoal e profissional que se passou desde o término da série.

“É por isso que estou fazendo papeis mais dark, porque você acaba sendo escalada pelo seu tipo – especialmente quando está na TV toda semana e as pessoas te vêem assim,” ela conta. “Depois de PLL, vieram muitas ofertas até mim que eram exatamente a mesma série, e a mesma personagem. Eu tive que recusar porque criativamente eu queria fazer algo diferente. É fácil se entediar, então eu tenho que mudar constantemente.”

Quando ela arrumou as malas metafóricas e saiu de Rosewood, ela não olhou para trás. Ela estava pronta para crescer. “Eu sempre vou ter um lugar especial no meu coração para a série, porque mudou minha vida,” ela explica. “Mas, honestamente, estava na hora de ir. Eu fiquei triste de deixar para trás o que eu considerava uma família – mesmo que eu não tenha realmente os deixado para trás, eles ainda estão em minha vida – mas eu também estava animada. Era um novo capítulo. Criativamente, eu precisava de algo novo para me estimular novamente.”

“Estar em uma série tanto tempo, você vive em uma caixa,” ela continua. “Era melancólico, mas a maioria do tempo eu ficava meio ‘Mal posso esperar pelo meu próximo trabalho.’ Colocamos essa série no chão.'” (O que quer dizer, desculpem fãs, vocês não vão ver Hale reprisando sua personagem no spin-off de PLL, The Perfectionists, que é estrelado por suas ex-colegas de elenco Sasha Pieterse e Janel Parrish, que tem sua premiere em setembro.)

Em uma tentativa de se separar da Aria, ela escolheu projetos estrategicamente por sua diversidade. No último ano sozinha, ela estrelou o filme da Netflix, Dude; o filme de terror Truth Or Dare; e o indie charmoso The Unicorn, o que lhe rendeu vários elogios quando estreou no SXSW. Ela voltou para a TV em 2017, em Life Sentence, da CW, como Stella, uma mulher que depois de ser diagnosticada com câncer terminal, literalmente vive como se estivesse morrendo. E é quando seu prognóstico muda miraglosamente que ela tem que lidar com as ramificações de seu comportamente compulsivo.

“Eu quero dizer que interpretar a Stella foi estratégico porque ela era o oposto da Aria, e eu queria que as pessoas me vissem de uma luz diferente. Foi sem dúvida a melhor decisão que eu poderia ter feito por mim mesma,” ela afirma.

A série infelizmente foi cancelada uma semana depois de nossa entrevista, mas antes de receber a notícia, a atitude de Hale era “o que será, será”: “Era exatamente o que eu precisava no momento certo. Nos programamos para contar uma linda história, e acho que conseguimos isso.” Ela ecoou esse sentimento publicamente no dia 8 de maio, twittando, “Às vezes as coisas não ressoam com o público, e as séries apenas não funcionam, mas estou orgulhosa do que realizamos e pela experiência que tive.”

Não que ela estivesse na ponta dos pés esperando pela notícia, mas ela disse que em vez de deixar a incerteza a deixar para baico, ela cresce com isso. “Eu sou viciada ao sentimento do desconhecido,” ela admite. “Esse negócio é difícil – tem muitos altos e baixos. Honestamente, sou sortuda que estou viva nesse negócio doido.” Ela pausa, e sorri. “Bom, até agora.”

Nem sempre vem com facilidade. Ela é uma pessimista natural, como ela mesma se chama “a pior das hipóteses, preto ou branco” – como todos nós – deixando o medo irracional tomar conta dela. Mas no último ano, ela vem dando passos para a mudança disso, mandar embora o que ela não controla, crescer.

Quando você é uma doida controladora, mandar embora é um desafio. A mesma coisa com mandar o medo embora. O medo de Hale é estar sozinha com ela mesma, que ela lutou com unhas e dentes este ano, satisfazendo sua grande paixão por viajar e escapando para o spa de bem-estar Canyon Ranch, no Arizona, para uma pequena busca solo da alma.

“Eu tenho medo de ficar sozinha e escutar meus pensamentos; eu odeio isso,” Hale revela. “Eu penso demais e analiso demais. Eu estava lidando e pensando sobre algumas coisas e emocionalmente trancando um monte de coisa, e eu finalmente lidei com algumas dessas coisas caminhando e meditando e sentando comigo mesma. Tinha muito pouca tecnologia. Foi meio depressivo no começo, mas perto do fim eu não queria ir embora. Foi a melhor coisa que eu poderia ter feito.”

A viagem a ajudou a mudar sua perspectiva, se perder, se dar uma folga. “Foi como se eu estivesse me reiniciando,” ela conta. “Eu estou indo, indo, indo por mais tempo do que posso lembrar, mas vou ficar melhor com isso de agora em diante. Eu me sinto muito melhor com a vida num geral.”

Nos últimos meses, ela não teve projetos e se encontrou com uma rara folga. Ela está ficando em casa em LA, planejando várias viagens (ela foi para Maui e Paris com um grupo de amigos logo após nossa entrevista) e absorvendo a luz do sol. Mas a viagem para o Arizona ajudou a moldar sua perspectiva sobre a folga: em vez de seu medo típico de nunca mais voltar a trabalhar, agora ela apenas dá de ombros. Uma vida vivida com medo é uma semi-vida. “Normalmente, me assusta quando eu tenho alguns meses de folga porque eu fico tipo: ‘E se as pessoas se esquecerem de mim?’, o que é ridículo”, ela diz. “Mas me sinto tão bem, e o mais saudável e feliz que já estive”.

A expressão “Quando você sabe, você sabe” normalmente se refere a achar o amor verdadeiro, e para Lucy Hale, não é diferente. Seu amor, entretanto, não é uma pessoa, e sim um lugar: Los Angeles.

Seu caso com LA começou quando era jovem. Como um mecanismo de defesa durante o divórcio dos pais, sem amigos, esportes ou hobbies, ela se trancou em Memphis, Tennessee, no quarto, cantando Shania Twain e Martina McBride no karaokê. Ela era tão boa que aos 13 anos foi convidada a cidade dos anjos para uma audição do American Juniors, um spin-off infantil do American Idol.

“Eu me lembro vividamente de sair do avião pensando ‘Eu vou morar aqui um dia e tornar todos os meus sonhos realidade,'” ela se lembra. “Eu estava determinada.”

Sua mãe, uma enfermeira, arrumou as malas e se mudou para o oeste sem um centavo em seus nomes para que Lucy pudesse tornar seu sonho realidade.

Sua carreira de cantora foi para a atuação. Ela fez centenas de audições antes de conseguir um papel pequeno em Drake e Josh, que se seguiu para papeis em Bionic Woman da NBC, Privileged da CW enquanto filmava Quatro amigas e um jeans viajante 2 e Sorority Wars. Seu álbum de estreiam Road Between, foi lançado em 2014, quatro anos depois de achar o sucesso em PLL.

E sim, ela ama LA como um namorado – esse amor é mais profundo, verdadeiro e esta aqui para ficar. “Todos os meus sonhos de infância se tornaram realidade aqui,” ela conta. “Eu cresci aqui, me tornei uma adulta aqui e descobri quem eu era. Eu sinto que posso ser eu mesma aqui.”

E só porque ela ama não quer dizer que ela não canse de Los Angeles. Pode ser arrojado, e de cada 10 experiências positivas, ela teve sua cota de negativas. Recentemente, ela teve sua casa de Sherman Oaks invadida, e muitas das suas coisas foram roubadas. Ela também falou sobre o movimento #MeToo. “Eu experienciei o mínimo de muita coisa, mas abuso é abuso.” ela mantém. “Acho que tem muitas pessoas que foram intoxicadas e abusadas. Aconteceu comigo e com pessoas que conheço. É muito comum. Com sorte, eu sai ilesa; nada me machucou tanto.”

Ela adiciona, “Eu tive momentos obscuros aqui, mas é um lugar que sempre está do meu lado. Eu sei que soa estranho, mas sempre tive facilidade aqui. Para mim, é isso. Eu acho que sempre vou morar aqui. Eu sinto que posso ser eu mesma.”

Esse é definitivamente um adeus a sua educação religiosa do sul, que sempre a fez sentir desconfortável, ela teve uma coceira que não podia coçar. “Eu fui criada como católica, e eu sigo as morais dessa religião,” Hale diz, “mas estou nesse momento de explorar minha espiritualidade e descobrir o que funciona para mim no momento.”

“Quando me mudei para cá, eu sempre me senti um pouco diferente de onde eu cresci,” ela continua. “Tem algumas mentalidades em certas partes dos EUA que estão em uma caixa específica. Não é certo ou errado, é só o que é. Eu sempre senti que estava fora dessa caixa, mas quando eu cheguei aqui, ‘Sim! Essas são minhas pessoas. Elas são tão abertas, e fáceis e não te julgam.’ Eu amo que as pessoas são abertas e aceitam todos os tipos de viver aqui.”

Uma auti-intitulada esquisita que é obcecada por serial killers e crimes verdadeiros, ela não tem problema em admitir que tem cristais, faz Reiki, joga cartas de tarô e acredita que quando “mercúrio está retrocesso, minha vida toda vai pro espaço.”

Tão inesperado quanto seu lado exotérico, dando essa imagem de menina da casa ao lado, Hale tem quase 10 tatuagenns, variações do tema luz – de uma lâmpada (seu nome significa “como luz” no latim), um sol para sua avó e um A com o squad de PLL. Ainda mais surpreendente, ela diz, “Eu amo tatuagens. Acho que se eu não fosse atriz, eu teria os braços fechados.”

E para seu futuro, ela não imagina uma vida sem atuar. “Eu nunca tive um plano B,” ela diz. “Eu não fui para a faculdade. Meu sonho sempre foi o cinema.”

Ela dá uma pausa e morde um brownie antes de considerar, “Acho que esse pensamento que me levou ao sucesso. Se você tem um plano B, sempre tem a ideia na sua cabeça que não vai funcionar, e não é como eu penso. Eu acho que ‘vai funcionar porque eu vou fazer acontecer.’ Eu sou muito teimosa.”

Não que ela não tenha pensado sobre a evolução da sua carreira – ela pensou. Mas como uma procrastinadora, e uma que está feliz onde está, ela não sente uma grande necessidade de atuar em algo… Ainda.

Ela brinca com a ideia de um dia criar uma linha de cuidados para a pele, se tornar uma estilista e talvez dirigir – algo que ela nunca considerou no passado. Mas essas aspirações estão no final: O que ela realmente quer fazer no seu próximo ato é produzir.

“Eu sempre amei atuar, e meu sonho sempre foi fazer filmes, mas eu também amo a ideia de estar por trás das câmeras e colocar os pedaços criativos juntos. Eu sou uma doida controladora, e mesmo quando estou atuando eu quero controlar tudo,” ela diz com uma risada.

Mas como ela já está estabelecida, às vezes você tem que deixar ir, de quem você acha que deveria ser, e da perfeição, porque está tudo bem ser imperfeito. Às vezes, você tem que admitir que às vezes você quer fugir, que é legal escapar frequentemente através de viagens, e que você é obcecado por serial killers e pelo verdadeiro crime.

Esta ex-estrela de drama adolescente possui essas coisas, e é por isso que ela está se aproximando de uma nova fase de sua carreira, recusando-se a lamentar a perda de Life Sentence e se concentrando em seus novos projetos secretos, que são muito mais “escuros” do que ela está acostumada a interpretar. Ela sorri diabolicamente, dizendo: “Eu sempre quis o meu momento Girl, Interrupted”.

A VIDA DE ACORDO COM LUCY

Sobre a moda: “Eu costumava me vestir sempre como se estivesse no Coachella, e é tão brega. Eu tentava todas as modas ao mesmo tempo, e era meio ‘Lucy, calma.’ Em toda roupa que eu usava, eu queria ter uma coisa que ninguém tem, o que incluía jóias.”

Sobre seus itens valiosos: “Eu amo diamantes vintage. Eu comprei um choker de diamante, mas era do distrito dos diamantes na cidade. A coisa mais cara que eu tenho é meu Rolex com diamantes. Eu amo relógios. Meu item mais valioso é um anel da era vitoriana que era da minha avó.”

A coisa mais estranha que ela tem: “Eu tenho um anel de luto da Austrália. Nos anos 1800 e início dos 1900, as pessoas usavam anéis de luto. Quando alguém morria, eles ficavam com uma joia da pessoa morta como honra, e colocavam o cabelo nela. Eu comprei o anel do luto de alguém. Tem uma pessoa ajoelhada em um túmulo e tem uma citação da Bíblia e o cabelo de alguém nela. Alguém provavelmente está me assombrando. Ou meu anjo da guarda.”

Sobre seu ídolo: “Reese Witherspoon é meu ídolo. Ela pega todos os bons livros antes que qualquer outra pessoa consiga e compra os direitos. É genial.”

Fonte: Haute Living

Confira as fotos do photoshoot em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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16
maio 18

O canal oficial da Modelist Magazine no YouTube divulgou recentemente os bastidores da sessão de fotos que a Lucy fez com a revista para a capa de junho. Confira:

 

Salvo em: Photoshoot | Revistas | Vídeos
16
maio 18

Lucy é a covergirl da Modeliste Magazine, hoje (15), foi divulgada a capa da edição de junho da revista, acompanhada de uma entrevista. Confira abaixo traduzido:

Lucy Hale é uma força da natureza. Maravilhosa com sua beleza radiante, estilo chique sem esforço e a garota sulista da casa ao lado com um toque de poder feminino, Lucy é o ídolo de muitos fãs obcecados de PLL ao redor do mundo. Nossa capa de junho, conta em entrevista no set da nossa sessão de fotos em Malibu e nos dá detalhes sobre seu último dia filmando PLL, seu novo filme e últimos projetos, seus itens sagrados de beleza e o que ela ama fazer quando não está trabalhando. Não é surpresa porque todos amamos a Lucy.

O que te inspirou a ser atriz?
O que me inspirou provavelmente foi meu amor pelo entretenimento quando eu era criança. Eu nunca fui boa em esportes, eu não gostava muito da escola mas eu amava brincar de me vestir e eu amava cantar e e fingir que era outra pessoa. Então, esses eram meus hobbies enquanto eu crescia. Quando eu tinha uns 13 anos, eu pensei “Oh, essa pode ser minha carreira. Eu poderia fazer isso para viver.” O que foi ótimo porque eu nunca tive um plano B. Eu nunca pensei em fazer outra coisa. Bate na madeira. Eu sou grata que está funcionando. Veio naturalmente a mim quando eu era pequena e com sorte isso funcionou em minha vida adulta também.

Qual foi o seu primeiro papel?
Meu primeiro emprego foi em LA, foi um comercial de bonecas Bratz. Muito excitante, eu sei. Eu tinha uns 15 anos e estava brincando com os cabelos das bonecas, mas isso foi minha folha de pagamento então eu estava muito animada. Meu primeiro papel atuando foi em Drake e Josh, que era uma série da Nickelodeon e eu tive uma fala nela. Meu primeiro papel como principal foi quando fui escolhida para fazer o remake de Bionic Woman na NBC. Isso abriu muitas portas.

Muitas pessoas me conhecem como Aria Montgomery de PLL. A experiência toda foi um sonho virando realidade porque não é muito comum uma série ficar tanto tempo no ar. A série se tornou um fenômeno. Eu fico constantemente assustada com a resposta que ainda temos quando eu viajo para fora do país. O sucesso que foi em todos os lugares vem sendo incrível. É estranho para mim porque eu vivo na minha bolha e não percebo o sucesso que foi e ainda é. Eu sou tão grata por essa experiência e o que me ensinou. Eu passei oito anos aperfeiçoando meu ofício e indo trabalhar todos os dias fazendo algo que eu amo.

Eu estou em uma ótima etapa da minha carreira no momento, onde eu posso ser mais criteriosa sobre os papéis que eu escolho. É excitante ver o que todos da série estão fazendo agora. É agridoce porque formamos uma família, e oito anos é um bom tempo, mas ainda conversamos e é excitante ver todos se ramificando e tentando coisas novas.

Como foi o último dia de filmagem?
O último dia de filmagens de PLL foi na verdade a cena do casamento entre a Aria e o Ezra. Então foi legal terminar a série dessa maneira mas foi um dia muito emocionante. Eu lembro de todos da equipe aos produtores e ao elenco, estavam chorando o dia todo. O encerramento para mim no vestido de noiva foi na verdade a última cena que fizemos em PLL. Foi muito emocionante. Eu sou péssima em dar adeus e terminar as coisas. Eu sei que deveria ter ficado lá e passado um tempo com todo mundo mas eu não consegui, então eu simplesmente saí. Não ia aguentar dizer adeus a todos naquele dia. É estranho pensar que faz um ano e meio que acabou, é louco.

Você ainda tem contato com seus colegas de PLL?
Eu mantenho contato com a maioria das pessoas envolvidas em PLL, mas estamos em cidades diferentes e fazendo projetos diferentes e é por isso que a tecnologia é tão boa. Nos atualizamos uns aos outros pelas redes sociais e eu encontrei com o Ian outro dia. É difícil conseguir todos no mesmo lugar ao mesmo tempo, mas acho que vamos ter uma pequena reunião logo.

Você está estrelando um drama na CW no momento, “Life Sentence.” Pode nos contar sobre o que é a série e como é sua personagem?
Eu estou em uma série na CW no momento chamada Life Sentence. Foi minha partida de PLL então eu sabia que teria que ser mais criteriosa sobre o que eu faria a seguir. Isso meio que caiu no meu colo porque eu ouvi um pouco sobre e eu sabia que teria que ser a garota que iria interpretar essa personagem, que era algo que eu tinha que fazer parte.

Eu interpreto Stella Abbott, que é uma menina que está vivendo com câncer terminal pelos últimos oito anos de sua vida. Ela tomou todas essas decisões espontaneamente e estava vivendo como se estivesse morrendo e estava contente com a ideia de morrer. Descobrimos no episódio piloto que ela está curada e ganhou uma segunda chance na vida. Então, começa como uma coisa e então se torna uma série sobre uma menina que nunca conheceu o mundo real. Nunca descobriu quem ela era porque ela não tinha que se perguntar isso.

É sobre ela achar seu caminho e descobrir que tipo de pessoa ela quer ser. Mas não apenas para ela, para toda sua família também, o câncer afeta todos a sua volta.

Eles vinham escondendo coisas sobre eles mesmos, e sua mãe sai do armário e seus pais se divorciam. Ela descobre que seu irmão é um traficante e sua irmã odeia os filhos dela. Pela primeira vez, Stella vê o mundo como ele realmente é. É uma série muito divertida de fazer parte e tem muito coração. Acho que precisamos de mais séries assim. Eu amo interpretá-la, ela é alguém que eu quero ser um dia.

Qual é a parte mais desafiadora da sua personagem na série?
Eu diria que a parte mais desafiadora de interpretar a Stella é que eu nunca estive em uma posição onde eu savia que a morte estaria tão próxima. Nunca temos garantia de nada, mas eu nunca tive o câncer me afetando pessoalmente, o que é muito raro porque uma em quatro pessoas é afetado por isso. Eu estava fazendo muita pesquisa sobre os tratamentos e entrando nisso porque eu realmente não tinha nada para me basear nesse sentido. Tudo veio tão naturalmente porque eu acho que todos nos relacionamos com não saber quem somos e quem queremos ser.

Você recentemente estrelou no filme Truth Or Dare o que parece assustador! Descreva um dia típico no set.
Todo o conceito do filme é escandaloso mas foi muito divertido de filmar. Eu sou uma grande fã de filmes de terror e poder fazer parte de um filme onde estamos fazendo coisas que nunca em um milhão de anos vão acontecer, foi muito divertido.

Foi uma filmagem muito difícil porque foi feita em apenas 23 dias. Estávamos tentando ter o máximo de conteúdo nesses 23 dias, então foi muita energia. Foi muita correria por aí. Muito de fazer uma cena em um take e torcer para que desse certo. Mas, foi um ótimo elenco. E meu amigo, Tyler Posey estava nele. Foi ótimo poder passar um tempo com ele, gritar e estar cercada de sangue falso o dia todo. Foi muito divertido.

Qual foi o desafio mais memorável que alguém te pediu para fazer quando você jogou Verdade ou Desafio na vida real?
O desafio mais memorável veio do meu cunhado alguns anos atrás. Ele me desafiou a ir fazer sky-diving com ele, e na época, era um escândalo para mim porque eu tinha muito medo de avião e de altura. Era tudo que eu evitava a todo custo. Eu sendo teimosa como sou, disse “Sim, eu faria isso.” Então eu acabei fazendo e eu acho que isso me ajudou com meu medo de altura. Foi uma das coisas mais legais que já fiz. Recomendo muito.

Descreva seu estilo diário.
Descrever meu estilo diário é realmente difícil. Essas perguntas são difíceis porque eu não sinto que me encaixo em uma categoria. Eu estou em constante mudança. Sou definitivamente do time do conforto, eu diria que estou em uma fase vintage no momento. Eu amo ter algo dos anos 70. É a típica jaqueta de couro, jeans, uma camiseta e tênis. Pode mudar dependendo de como me sinto.

Você recentemente pintou seu cabelo de loiro! O que te inspirou a fazer essa mudança e você está gostando?
Como pode ver, sou uma loira no momento, o que é muito divertido. Nada me inspirou. É mais ter um vício capilar e sempre precisar estar mudando. Eu fui morena por muito tempo que eu pensei, com o verão chegando, seria legal mudar um pouco. Quem sabe, semana que vem, pode ser uma cor diferente. Eu não sei se loiras se divertem mais porque eu sim, morena, me divirto muito mas é sempre bom mudar um pouco.

Qual foi seu último alarde fashion?
Foi em Chicago e eu estava passando na loja da Dior e tinha essa linda bolsa. Então eu entrei planejando só dar uma olhada. É assim que começa, mas eu acabei comprando essa bolsa vermelha da Dior com listras. Foi muito legal. Então, é claro, eles me convenceram a comprar esse suéter da Dior e camiseta, mas principalmente a bolsa. As bolsas são muito fofas.

Qual seu produto sagrado no momento?
É de uma linha chamada Biologique Récherche. Eu fui em um spa em New York e eles vendem essa linha. Meu produto favorito é o Toner de fator 50. Eu juro. A única coisa é que fede muito. Tem phenol então não cheira bem. Você coloca antes da loção e aparentemente, você usa por um ano, e sua pele se transforma.

Se você tivesse que usar uma cor pelo resto do ano, qual seria?
Seria preto porque é praticamente meu guarda-roupa inteiro. Eu sinto que é uma cor pra todo momento e todo mundo fica ótimo em preto.

Você tem o maltipoo mais fofo chamado Elvis que tem seu próprio Instagram. Se você tivesse que descrever o Elvis em 3 palavras, quais seriam?
Meu bebezinho Elvis é minha vida. Eu sou a doida dos cachorros. Se eu pudesse descrever ele em três palavras, seria: indisciplinado, mimado e apaixonado. Ele é muito doce. Eu nunca tive um cachorro que te deixa segurar ele como uma boneca. Ele ama deitar junto comigo e tem que estar no meu colo todo o tempo. Ele é a coisa mais doce e melhor coisa do mundo.

O que você gosta de fazer nos dias que não está trabalhando ou gravando?
São sempre essas perguntas que me fazem perceber “Eu preciso de hobbies.” Mas eu gosto de sair. Eu vivo em LA, então está sempre lindo na rua. Eu gosto de caminhar e eu sou uma dessas doidas que gosta de malhar. Isso é meio que minha terapia. Eu gosto da SoulCycle, e então eu malho com um treinador e saio para correr.

Então eu gosto do oposto disso. Eu assisto qualquer coisa e tudo na TV. Se eu tenho um tempo livre, eu vou para o Tennessee. Eu sou muito próxima da minha família então é divertido pegar um vôo para casa para o fim de semana. Mas além disso, eu faço coisas de pessoas normais, como ir no mercado. Eu amo fazer compras no mercado. Eu tenho que olhar todas as prateleiras.

Você tem alguma obsessão musical no momento?
O novo álbum da Kasey Musgraves, Golden Hour é muito bom. É como um sonho de qualquer compositor. Ela é tão legal, como se o country convencional se encontrasse com um sentimento retrô psicodélico e eu acho que tudo que ela faz é incrível e eu recomendo muito esse álbum para qualquer um. Então, tem também o LAUV, que é um ótimo compositor. Tem uma vibe mais pop e soul. São meus dois favoritos no momento.

O que você mais gosta de ser parte da Modeliste Magazine?
O que eu mais amo é obviamente os locais maravilhosos que eles escolhem para as sessões de fotos; Eu sei que a Shay pode fotografar em locações incríveis e qualquer desculpa para eu ir para a praia é maravilhoso. A moda também é incrível. Modeliste tem esse estilo – lindas sessões de fotos, lindas roupas e eu estou honrada de estar na capa.

Confira os scans da revista clicando nas miniaturas abaixo:

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Confira abaixo a entrevista em vídeo:


 

06
mar 18

Lucy concedeu uma entrevista e participou de uma sessão de fotos para a W Magazine, onde fala sobre Life Sentence, Truth Or Dare e mais. Confira traduzido abaixo:

Em seu filme de terror Truth Or Dare, que será lançado no próximo mês nos EUA, Lucy Hale terá sua mão esmagada brutalmente por um martelo, será stalkeada por forças malignas e ser possuída enquanto faz sexo, tudo em nome de um jogo assombrado, Verdade ou Desario. Assustador, certo? Bom, um outro projeto assustou a atriz de 28 anos recentemente – sua nova série de TV Life Sentence, que estreia na CW amanhã à noite.

É como o primeiro dia de aula,” Hale fala sobre começar uma série nova. “É apavorante. Nunca não será apavorante. A coisa boa é que é uma nova experiência para todos. Essa é a beleza disso. Estamos criando algo do zero. É recompensador.”

Na série, Hale interpreta Stella, uma jovem que vem vivendo sua vida sabendo que está morrendo de câncer terminal, apenas para descobrir que, ei, ela não está. “Ela é uma menina que passou os último oito ano da sua vida pensando que estava morrendo, então ela estava vivendo como se estivesse morrendo,” Hale explica. “Ela teve todas as coisas horríveis do mundo escondidas dela e viveu nessa falsa fantasia por muito tempo. No pilot descobrimos que ela vai viver, então ela tem que redescobrir quem ela é, e descobrir quem ela quer ser.

A estreia de Life Sentence marca o retorno de Hale para a TV depois de um ano do fim de sua famosa série Pretty Little Liars. “Foi meio, ‘Uau, TV de novo?'” Fala Hale sobre o rápido retorno as telinhas. “Eu fiz Pretty Little Liars por tanto tempo, mas minha coisa é que se fala com você e é um bom material e um bom papel, então não importa qual é a área de trabalho. Eu só vou fazer. Aconteceu de ser na TV de novo.”

Diferente de Pretty Little Liars, onde Hale co-estrelou com Troian Bellisario, Shay Mitchell e Ashley Benson, essa nova série está nos ombros da pequena estrela. “Foi um grande salto,” ela disse sobre não ter que dividir a tela. “É ir de uma série em grupo para algo onde estou em todas as cenas. Se a série for um fracasso será por minha causa, e se for um sucesso será por minha causa. É muita pressão.”

Se alguém sabe sobre os holofotes, é Hale. Nascida em Memphis, Hale teve sua primeira prova da fama como uma das ganhadoras do spin-off do American Idol, American Junior, antes de se mudar para Los Angeles aos 15 anos para correr atrás da carreira de cantora. Hale logo atraiu a atenção pela atuação, aparecendo em algumas séries como The O.C., Drake e Josh e Feiticeiros de Waverly Place, e estrelando na série que foi curta, mas muito amada, Priviledged. Foi alguns anos depois que ela foi escolhida como Aria Montgomery em Pretty Little Liars, que catapultou seu estrelato a um novo nível graças ao público devoto da série.

Hale estrelou na série por sete anos, deixando-a em uma encruzilhada quando a série veio ao fim no ano passado. “Eu fiquei meio, ‘Oh meu Deus. Isso é realmente o fim. O que eu vou fazer? Qual o próximo passo?'” ela lembra. “E honestamente, por um tempo eu achei que ia dar uma pausa antes de dar o próximo passo.”

Como ela mesma fala, Hale não consegue ficar parada. (“Eu amo trabalhar, amo estar ocupada,” ela declara.) Ela voltou das filmagens de Truth Or Dare, que estreia nos cinemas americanos no dia 13 de abril. “Nem me fale sobre gravações loucas,” ela diz sobre o filme de terror. “O modelo da Blumbouse Productions [mesma dos filmes Corra! e Uma noite de crime] é que eles pegam um script, fazem por alguns milhões de dólares, e é como jogar espaguete na parece. Se grudar, eles promovem. Não tínhamos ideia se o filme ia ser escolhido e lançado enquanto gravávamos. Foi uma gravação agitada e louca. Tem muita energia – você está sempre correndo, gritando, chorando. Valeu a pena. Foi muito bem.”

Há vários gêneros que Hale espera explorar enquanto sua carreira continua se abrindo. “Eu amo filmes com personagens marcantes. Lady Bird é um projeto dos sonhos,” ela diz. “Não que eu não goste de blockbusters. Se alguém me chamasse e dissesse, ‘Quer estar em Mulher Maravilha 2? É claro.”

Mas até que Themyscira ligue, ainda tem Los Angeles, que Hale começou a chamar de casa depois de ter crescido no Sul – fora um susto recente. “Minha casa foi invadida recentemente… Foi estranho,” ela diz. “Mas é uma dessas experiências que te deixam mais humilde e te fazem reavaliar o que é importante para você. Estou tentando ver isso com esses olhos. Com sorte todos estão a salvo e nada horrível aconteceu.”

Ela se sacudiu com o pensamento, optando por focar no positivo. “Eu amo minha vida em LA agora,” ela continua. “Eu me mudei pra cá muito jovem com a minha mãe, e por muitos anos era só eu e ela, e éramos nós contra o mundo e eu não conhecia ninguém. Eu tive amigos mas não confiava neles realmente e fizemos escolhas ruins. Foi aquela fase, e agora estou na fase onde minhas prioridades são diferentes. Eu cuido de mim mesma. Eu vou fazer 29 anos em junho; uma reviravolta doida aconteceu. Eu não saio mais. Minha coisa favorita é ficar em casa.”

Sendo isso suficiente, você não vai ter fotos de Hale saindo de uma boate na internet. “Acho que tem essa noção preconcebida que todas essas festas são glamourosas e divertidas, mas é meu pesadelo,” ela diz. “Eu tenho uma ansiedade social, mas não é o que você imagina ser.” Ao invés disso, Hale mantém um grupo de amigos próximos que estão na indústria, mas em lugares diferentes atrás da câmera. “Eu quero me cercar de pessoas que são reais e gostam de mim por quem eu sou e não ligo pra mais nada,” ela diz. “Não vamos dizer que atores são cuzões, mas é que eu tendo a gravitar mais para as pessoas que são criativas e trabalham duro mas acaba que eles estão atrás das câmeras.”

Há também seus antigos colegas de PLL, que Hale diz que conversa “de vez em quando.” “É muito legal ver todos fazendo suas coisas,” ela diz. “Todos começamos juntos e agora estamos todos em lugares diferentes em nossas carreiras. É ótimo. Eu falei com a Sasha outro dia, ela está para começar o spin-off, o que é muito excitante e estou muito feliz por ela.”

Aí fica a pergunta: Agora que Hale está em sua nova série, ela retornaria para Rosewood? “Talvez,” ela considerou. “Eu não sei o que esperar disso… Mas eu nunca digo nunca para nada.”

Fonte: W Magazine

Confira as fotos da sessão de fotos em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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Lucy Hale Brasil • Layout por Lannie D