Instyle: É uma nova era de Lucy Hale - LHBR
13.02

Acaba de sair uma nova sessão de fotos da Lucy Hale acompanhada de uma entrevista para a revista InStyle. Confira traduzida abaixo:

Eu literalmente não vou sair da cama amanhã,” Lucy Hale me conta no telefone. É tarde da noite de um sábado, e a atriz passou algumas horas relaxando em seu apartamento em NYC; Antes da nossa ligação, ela assistiu Miss Americana, o documentário da Taylor Swift na Netflix, mas além disso ela “não tem nada nos planos pra hoje.”

Passando o sábado maratonando embaixo das cobertas pode parecer uma vida indulgente para uma jovem celebridade indolente, mas no caso de Hale, é uma pausa necessária de uma fila de compromissos.

Ela tem várias coisas rolando.

No topo de filmar e promover sua nova série, Katy Keene. Hale também está promovendo um filme de terror, Fantasy Island, que estreia nos cinemas dos EUA no dia 14 de fevereiro – logo depois da estreia de Katy Keene no dia 6 de fevereiro. Com a sessão de fotos da InStyle feita uma semana antes, pareceu claro que a atriz não tinha um momento nem para ver um médico quando a temporada começou. A médica veio ao set em vez disso, e entre usar vestidos bufantes, Hale recebeu injeções de vitaminas e antibióticos, esperando melhorar de uma garganta inflamada para ter certeza de que poderia cantar em alguns dias (porque, sim, seu papel como Katy envolve música, também).

“É um mês ocupado,” Hale diz, parecendo mais animada do que cansada ou estressada. Mesmo depois de terminar a sessão de fotos, a atriz não parece cansada. Em alguns minutos, ela volta a ser a mesma pessoa, sorrindo, contando piadas e fazendo poses de yoga no topo de uma caixinha, tirando algumas fotos impressionantes. “Tem muitas coisas excitantes acontecendo. Mas o que é mais legal é que esses projetos não poderiam ser mais diferentes nem se eu tentasse. Eles são opostos.”

Ela tem um ponto. Fantasy Island é um filme de terror inspirado na série dos anos 70, onde sua personagem tem a chance de se vingar de alguém do seu passado (“Um filme para uma coca e pipoca”, como Hale chama). Katy Keene, por outro lado, é da família Archie Comics onde Hale interpreta a protagonista. Ela era o sonho de elenco do criador Roberto Aguirre-Sacasa, que também dirige o spinoff de Riverdale: Katy é uma antiga amiga da Veronica Lodge; a Pussycat Josie McCoy, interpretada por Ashleigh Murray, se muda para o apartamento da Katy no primeiro episódio. Contudo, ao invés de ser cheio de, hm, assassinato, como a série colega, segue uma jovem aspirante a designer morando em NYC. Ela tem um trabalho intenso, um namorado de longa data e um grupo de amigos que faz festa no estilo Sex and the City numa terça a noite.

“Quando recebi o script, eu achei que ia ser como Riverdale, nesse estilo obscuro e sombrio,” Hale admite. “Para minha surpresa, é como um conto de fadas. Tem muitos elementos de comédias românticas e musicais, e a história da Katy me lembra da minha – me mudando pra LA bem jovem, uma aspirante a atriz. Todos os personagens na série tem um grande sonho.”

Como Riverdale e outro membro da família, O mundo sombrio de Sabrina, a série é moderna com um toque retrô. É claro, Katy tem um iPhone, mas ela também trabalha numa versão menor da Macy’s (inteligentemente nomeado Lacy’s); faz viagens para Coney Island e se veste exclusivamente em roupas vermelho e rosa cheias de corações.

“Eu sinto que nosso guarda roupa e como você se veste todos os dias diz muito sobre quem você é, então entrar nas roupas da Katy me ajuda a me tornar ela,” Hale fala sobre o estilo da personagem. “Assim que você assiste a série, você vê a personalidade dela, vê as roupas e você pensa, ‘Isso faz total sentido.'”

Contudo, a atriz não tem planos para incorporar essas roupas no seu dia a dia.

“Eu amo rosa, mas não uso muito. Eu sou mais casual, mais contida, e eu provavelmente nunca uso salto, já a Katy está sempre em uma blusa e salto, correndo na cidade. Sempre que filmamos na rua, eu sou literalmente a única usando rosa, enquanto todos estão de casacos pretos e sem salto.”

O esquema de cores pode parecer doce, mas a série fala sobre assuntos sérios também. O colega de quarto de Katy, a drag queen Jorge, também conhecido como Ginger Lopez, é descriminado enquanto fazia audições para shows da Broadway, e Katy trabalha com mulheres bem ruins, que tentam sabotar sua carreira e impedir que ela seja promovida, apenas por inveja. Um grande tema é como o caminho para o sucesso pode ser muito difícil – algo que, aos 30 anos e quase 15 de carreira, Hale sabe tudo sobre.

“É meio que três passos a frente, um pra trás,” ela fala, sobre sua própria trajetória. Para cada Pretty Little Liars, com sete temporadas e um fandom intenso, tem uma pequena Life Sentence (a série da CW que Hale interpretou uma sobrevivente do câncer e que foi cancelada após uma temporada.) “Olhando de fora, parece que tudo será ótimo, e você conseguiu tudo fácil, mas vem sendo uma jornada. Eu estou aprendendo e crescendo constantemente. Acho que aprender a lidar com a rejeição e negatividade é meio que uma ferramenta, e eu não sei se eu já consegui domar. Mas, você aprende a lidar com isso. Você meio que criar essa barreira ao seu redor para que você cresça dentro. Acho que com essa mentalidade, você pode fazer tudo.”

É claro que comentários negativos e críticas ainda a aborrecem. “Eu sou uma dessas pessoas muito sensíveis; eu sinto tudo,” Hale diz. Contudo, tem uma coisa que ela não se importa mais a esse ponto: sua aparência.

“No início dos meus 20 anos, final da minha adolescência, meu Deus – eu era muito dura comigo mesma. Como eu era, quanto eu pesada, a comida que eu comia, minha pele, tudo. E eu acho que é normal. Mas é ótimo estar em uma idade onde eu aceito o corpo que tenho, e me aceito, me amo, sabe? Tipo, leva um tempo para chegar nesse ponto onde você pensa, ‘Meu Deus – eu realmente gosto de quem eu sou.”

É possível que tenha algo a ver com se mudar de LA para New York para filmar Katy Keene, e Hale disse que a cidade a tornou mais espontânea e social; ela agora anda pra todo lado e está orgulhosa de ter enfrentado seu primeiro inverno nova iorquino. Ela também disse que está passando mais tempo fazendo o que ela quer, em vez de o que ela acredita que os outros acham que ela deveria fazer. Na esfera do trabalho, isso significa que Hale só pega trabalhos que a façam feliz – e no momento isso inclui a parceria com a Kyleena IUD, para ajudar as mulheres a se informarem sobre controle de natalidade,

“Como mulheres, temos o direito de tomar nossas decisões sobre nossos corpos, e eu acho que estamos em um momento importante onde precisamos manter esse poder. Colocar o DIU fez sentido no momento já que estou muito ocupada. Estou solteira e eu claramente não quero filhos agora. Essa não é um sermão para ninguém, é principalmente, ‘Aqui estão os fatos; faça perguntas e então decida o que é melhor para você.'”

Posso dizer que ela está escolhendo as palavras com cuidado sobre esse tópico, lembrando do documentário que Hale acaba de assistir, Miss Americana, onde Swift fala que ela sentiu a pressão de fazer a coisa certa para ser vista como a ‘boa menina’, o que pode tornar a fama muito complicada.

“Eu estava vendo ela falar sobre aprovação, e querer ser boa e fazer o bem, e eu me senti ouvida,” Hale fala sobre o filme. “Eu pensei, ‘Eu me sinto vista. Eu me sinto vista!'”

De outro lado, Hale agora aceita seus erros – até as “burrices colossais”, isso, ainda bem, aconteceu nos bastidores e nunca vão se tornar manchetes. É claro, ela está no processo de remover algumas tatuagens, mas são erros como esses que a ajudam a se tornar a pessoa que ela é hoje.

“Eu estou no momento onde eu penso, ‘Oh, eu posso errar e posso falar por mim mesma, posso fazer X, Y e Z e ainda estar bem,'” ela diz. Hale agora pode trabalhar duro e relaxar, aparecer em filmes de terror e então interpretar uma Katy Keene louca por rosa, ela sabe que a vida é balanceada. “Minha ideia de ser boa mudou enquanto eu crescia. Ser boa não é igual anjo. Ser boa pode ser um anjo… Com atitude.”

Fonte: InStyle

Confira a sessão de fotos em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

ENSAIOS FOTOGRÁFICOS – PHOTOSHOOTS > 2020 > INSTYLE

instyle2020-001.jpg instyle2020-003.jpg instyle2020-007.jpg

O Lucy Hale Brasil é um site feito por fãs que não é afiliado e/ou mantém contato de alguma forma com Lucy, amigos, agentes ou alguém relacionado à seus projetos. Esse site foi feito apenas para postar notícias para pessoas que como nós, admira seu trabalho e seu jeito. O LHBR não tem nenhuma intenção de lucro. Caso pegue alguma tradução ou notícia exclusiva e reproduza em seu site, nos dê os devidos créditos.

Layout criado e desenvolvido por Lannie D
Todos os direitos reservados ao Lucy Hale Brasil • Hosted by Flaunt
parceiros