01.02

Em entrevista recente par a Us Weekly, Lucy Hale revelou que irá cantar em sua nova série ‘Katy Keene’ que estreia dia 6 de feveiro na CW e também conta alguns detalhes sobre a sua participação em Riverdale.

Confira traduzido abaixo:

Riverdale é uma cidade de intrigas e escândalos. Perto tem New York City, que é uma cidade doce, com muita moda, romance e camaradagem! Pelo menos, é assim que a cidade é retratada em Katy Keene, o novo spin off da CW do universo Archie Comics. “Nossa série é feliz e inspiradora,” Lucy Hale, que interpreta Katy, diz na última edição da Us Weekly.

A série é centrada em 4 jovens cheios de sonhos em seus 20 e poucos anos. “Eu estou no ponto da minha carreira onde eu só quero fazer coisas com uma boa mensagem ou que ressoem em mim,” a ex-PLL compartilha. “Eu me sinto muito grata que essa série apareceu na minha vida, porque, por mais de uma razão, ela tornou minha vida melhor.”

Na série, Lucy lidera interpretando Katy, uma antiga amiga da Veronica de Riverdale, o que quer dizer que, sim, ela vai aparecer em um episódio de Riverdale.

“Katy Keene acontece cinco anos no futuro, então, para minha personagem estar em Riverdale, eu vou voltar no tempo para quando estou no ensino médio,” ela diz. “Tem uma ótima cena entre Veronica e Katy onde elas estão conversando sobre a mãe da Katy e você percebe a importância dela pra história. Uma das primeiras falas no piloto é ‘O nome da minha mãe era Katherine Keene.’ Então isso prepara você para a temporada.”

Isso quer dizer que Veronica – ou algum outro Vixen – vão aparecer no spinoff? “Temos umas ótimas surpresas guardadas para os fãs de Riverdale,” ela confirma.

Um membro de Riverdale, entretando, já se mudou para Big Apple. Josie, interpretada por Ashleigh Murray, é uma das melhores amigas de Katy – e elas talvez tenham algo em comum: seu amor pela música.

Enquanto Hale não dá muitos detalhes, ela revela que sim, ela vai cantar na nova série. “Eles não me disseram que não posso falar sobre isso, então vou falar!”

A estrela de Fantasy Island, que teve seu começo no American Juniors em 2004, ama cantar – mas essa é a única coisa que ela tem em comum com a Katy.

“Ela é muito apaixonada e leal,” Hale fala. “Ela é otimista e inspiradora, mas ela também está meio perdida. Ela pode por uma “cara feliz”, o que eu me identifico. Eu pego os problemas das pessoas e tento consertá-las para que eu não tenha que focar no que está acontecendo comigo.”

A personagem é muito mais leve do que Aria Montgomery, a personagem que Hale intepretou em PLL por sete anos. “Ambas tem um ótimo senso de estilo,” ela diz. “Aria é mais ousada, onde Katy é mais ingênua.”

No todo, Hale quer enviar uma mensagem forte para as mulheres – que é parte da razão pela qual ela fez a parceria com a Kyleena e discute os direitos das mulheres. “É um momento excitante para as mulheres e elas estão pegando seu poder de volta e falando sobre coisas que são importantes para elas. E para mim, eu acho que o cuidado com a saúde das mulheres é tudo. Eu acho que é importante que todas saibamos nossas opções e saibamos que temos opções e no fim do dia possamos tomar essa decisão por nós mesmas.”

Katy Keene estreia na próxima quinta feira, de fevereiro, na CW.

Hale também aparece em Fantasy Island, que estreia no dia 14 de fevereiro nos EUA.

Fonte: Us Weekly




31.01

Em entrevista ao site EW, Lucy Hale, acompanhada da figurinista de ‘Katy KeeneJenn Rogie, falam sobre o estilo dos 4 amigos da série. Confira traduzido abaixo:

Katy Keene, spinoff de Riverdale do canal CW, é uma “versão de conto de fadas do que queremos que Nova York seja”, diz Lucy Hale, que interpreta Katy Keene na série.

“Tipo, ninguém anda pela cidade de salto! Todo mundo está de tênis. Eu nem trouxe nada além de botas e tênis para Nova York”, lembra ela sobre se mudar para a Big Apple para trabalhar na série. “Na minha versão de conto de fadas de Nova York, estou correndo pelas ruas de salto Prada, e Katy (Keene) está sempre de saia. Ela está sempre mostrando as pernas nuas, independentemente da temperatura.”

A qualidade transcedental da série está entrelaçada com as roupas elegantes do elenco: Katy Keene (Lucy), Josie McCoy (Ashleigh Murray) Jorge / Ginger Lopez (Jonny Beauchamp) e Pepper Smith (Julia Chan).

“Eu acho que há mais acessórios [nessa série] do que qualquer um dos projetos que já fiz”, conta Jenn Rogien, figurinista que já trabalhou em Girls, Orange Is the New Black e Russian Doll. “Sim, [a série] é sobre roupas realmente brilhantes e coloridas, mas uma coisa que sempre tento fazer é falar primeiro sobre o personagem e depois sobre a moda.”

Nós passamos um minuto em Nova York conversando individualmente com Jenn e Lucy por telefone, para aprender, antes da estréia de Katy Keene, como esses vibrantes personagens foram trazidos à vida através de seus guarda-roupas.

EW: Lucy como você se tornou Katy Keene e quanto do estilo dela foi parte disso?
Lucy: Katy Keene é baseada nos quadrinhos da Archie, e no piloto, eles realmente queriam replicar muitas das roupas dos quadrinhos. A medida que a série se desenrola, há uma sensação intensificada em tudo o que Katy usa. Ela é muito colorida. Ela é muito inteligente. Ela é obcecada por lantejoulas e corações, e raramente se desvia de rosa e vermelho. O guarda-roupa dela é muito de quem ela é, já que é uma aspirante a designer. Ela adora moda com todas as células do corpo. Vestir as roupas de Katy todos os dias definitivamente me ajuda a vestir os sapatos dela e a entende-la um pouco mais, porque todos os detalhes são bem pensados. É muito oposto de mim.

EW: O estilo da Katy é muito diferente do seu?
Lucy: Eu sou um pouco mais moderada e muito mais casual. Eu estou sempre de jeans, tênis e uma jaqueta de couro, e não acho que a Katy seria morta por isso! Eu definitivamente amo moda e eu aprecio. Há momentos em que vou me vestir e tudo mais, mas a Katy definitivamente tem um tipo diferente de amor por isso.

EW: Seus estilos podem ser diferentes, mas li no seu Instagram que você se sentiu atraída por Katy Keene por causa da similaridade da história de vida dela com a sua. Conte um pouco mais sobre isso.
Lucy: Quando eu estava lendo os primeiros roteiros que me enviaram, fiquei tipo, ela me lembra muito de como eu me senti me mudando para Los Angeles para me tornar uma atriz. Você realmente vê a luta, não apenas por Katy, mas por todos os personagens. Você vê os altos e baixos do que é preciso fazer. É muito cansativo. Há muita negatividade e você só precisa manter a cabeça erguida e encontrar pessoas boas que te apoiam e fazem você querer ser melhor. Toda a moral de Katy Keene é ir atrás dos seus sonhos. Não importa o tamanho deles, porque eles se realizam e podem se tornar realidade. Cada um desses personagens tem grandes e loucos sonhos: minha personagem é uma aspirante a designer, Josie quer ser cantora e compositora, Jorge quer ser uma estrela da Broadway e Pepper, bem, ainda não sabemos o que ela quer fazer. Ela faz um pouco de tudo. Eu acho que é tão importante que estamos enviando essa mensagem para as pessoas de que você pode ir atrás do que quer. Não será fácil, mas valerá a pena. É assim que ainda me sinto em relação a minha vida. Ainda não sinto que estou no meu destino. É sempre uma jornada. Você só precisa apreciar cada momento.

EW: Jenn, já que Katy faz roupas para si e para suas amigas, como isso é acreditável, especialmente quando há um figurinista vencedora do Emmy como você para escolher os looks?
Jenn: Nós queríamos passar a realidade, com Katy sendo uma designer de moda e trabalhando nesta loja de departamentos incrivelmente sofisticada. Mas ainda queremos que eles se sintam como pessoas reais. Portanto, essa mistura de alto e baixo ajuda a conseguir isso. Usamos isso de maneira geral com todos os nossos personagens. Se Katy fala sobre fazer, nós fazemos para a série. Seja para Katy ou para um de seus amigos, especialmente para Ginger (Drag alter ego de Jorge), onde há muita performance.
A equipe, literalmente vai a qualquer lugar. O que você pedir. Vamos do vintage as lojas de departamento, passando pela moda de rua. É uma caça ao tesouro para nós.

EW: Lucy, eu sei que a Jenn faz as roupas que a sua personagem faz (na série) mas você sabe costurar?
Lucy: Eu sei o básico. Na série, [Katy] usa essa velha máquina de costura. Então, eles me ensinaram como usar. E eu posso fazer algumas costuras. Sempre temos um consultor no set quando estou fazendo algo técnico para garantir que pareça correto. Minha avó era uma grande costureira. Quando eu era criança gostava de bordar, eu sei o que fazer com uma agulha, mas não sou costureira. Você sabe quem realmente costura? Ashleigh! Nós conversamos um pouco sobre isso.

EW: Lucy, se você pudesse entrar no guarda-roupa de qualquer outro personagem, quem você escolheria?
Lucy: Obviamente, eu amo o guarda-roupa de Katy, mas o guarda-roupa da Pepper é tão Carrie Bradshaw: tão divertido e maluco. Sempre fico animada ao ver a Julia sair do camarim dela, porque não tenho ideia do que ela vai vestir.

EW: Como você se sentiu crescer interpretando a Katy?
Lucy: Definitivamente, estar em Nova York tem sido bom para mim. Eu gosto de estar segura no jogo, ficar na minha bolha. Meu trabalho me torna uma pessoa extrovertida, mas quando em em casa em meu habitat natural, sou muito introvertido e sou um pouco tímida. As pessoas provavelmente não sabem isso sobre mim. Então, estar em uma cidade nova e ter que andar por toda parte… sinto que me envolvi um pouco mais. Estamos quase terminando a primeira temporada, e eu vou voltar para Los Angeles por um tempo, mas mal posso esperar para voltar.

EW: Você fez alguns papéis icônicos nas séries de TV adolescentes. Você acha que Katy Keene será especial?
Lucy: Acho que não há nada parecido para essa demografia no momento. Muitas das séries exibidos hoje em dia são incríveis, mas são realmente sombrios: um mistério de assassinato ou alguém perseguindo ou matando alguém. Dentro e fora da TV, há algumas coisas loucas acontecendo no mundo. Katy Keene é uma lufada de ar fresco em um mundo de trevas, um pequeno raio de luz.

Fonte: EW




31.01

Em entrevista para o site The Knockturnal, Lucy Hale contou mais sobre sua nova série ‘Katy Keene’. Confira traduzido abaixo:

Lucy Hale, Ashleigh Murray, Michael Grassi e mais participaram de uma mesa redonda sobre o próximo programa da CW, Katy Keene. O spin-off de Riverdale está chegando na CW em 6 de fevereiro de 2020!
Durante o final de semana da BroadwayCon, sentamos com as estrelas do show: Lucy Hale (Katy Keene), Ashleigh Murray (Josie), Jonny Beauchamp (Jorge), Julia Chan (Pepper), Camille Hyde (Alexandra), Zane Holtz (KO Kelly) ), Katherine LaNasa (Gloria) e escritor Michael Grassi.

Seguindo a inspiração da Archie Comics, Katy Keene se desenvolve a partir do cruzamento de quatro amigos que estão em busca dos seus sonhos na cidade de Nova York. Katy tem aspirações de se tornar a próxima líder em moda, Pepper é uma artista em ascensão, Josie trabalha para conseguir um contrato de gravação e Jorge quer estar na Broadway.

Você acha que tem alguma responsabilidade em fazer a ponte entre os quadrinhos e a cinematografia? Qual tem sido a reação dos fãs?
Lucy Hale: Todo mundo tem apoiado bastante até agora. Quero dizer, é claro que o programa não saiu, mas temos grandes esperanças. Esta é a minha segunda vez interpretando uma personagem que já foi estabelecida como Aria de Pretty Little Liars, que já estava nos livros, então eu queria prestar essa justiça e definitivamente com [Katy Keene] porque todo mundo tem uma ideia de como ela é e o que ela veste e como ela age. É uma versão modernizada, obviamente, mas tem uma pegada dos quadrinhos. Nós vestimos roupas icônicas dos quadrinhos da série. Mas, no que diz respeito ao personagem, eles realmente me deram uma folha em branco para pintá-la como quisesse. Eu apenas a imaginei como uma garota meio cheia de vidro, uma amiga leal, amorosa e otimista. E eles realmente confiaram em mim para criar um personagem, porque nos quadrinhos você tem um gostinho dela, mas foi divertido expandir isso.

Para os fãs que não leram os quadrinhos, quais são algumas partes da narrativa – sobre como tentar realizar seus sonhos em Nova York – que você realmente deseja mostrar?
Lucy Hale: Eu acho que o assunto principal do show é: vá atrás dos seus sonhos. Não importa o que seja. Neste show, é obviamente, um designer, um boxeador, uma artista, uma estrela da Broadway, mas todo mundo tem um sonho. Nenhum sonho é pequeno demais ou grande o suficiente; todo mundo tem alguma coisa. Então, eu acho que o assunto principal é: você pode fazer qualquer coisa acontecer. E acho que o que o nosso programa tem a oferecer, obviamente, muitos fãs de Riverdale chamam de spin-off de Riverdale, mas acho que o que as pessoas ficarão realmente chocadas ao ver é que elas são drasticamente diferentes. Vivemos como um mundo de contos de fadas e exibimos uma versão realmente nostálgica de Nova York e temos elementos musicais. Um de nossos personagens principais é um homem gay que se veste de arrasto. Na verdade, quando você vê isso? Especialmente para a nossa faixa etária, é tão importante. E falamos sobre algumas questões sociais importantes também, é apenas um show divertido e agradável. É uma alegria. Depois, há as roupas também. Tão romântico … Nosso PD é realmente incrível e do que realmente nos orgulhamos é como é difícil o segundo episódio de um programa fluir do piloto. Geralmente, é uma diferença tão drástica, mas eu assisti os episódios de um a seis da noite passada, de cima para baixo, e ele flui de maneira perfeita. Parece um filme. A temporada inteira parece um filme. Então, graças a Deus por isso.

Fonte: The Knockturnal




30.01

Lucy Hale é a garota de março da Cosmopolitan Magazine, e hoje (30), foi divulgada a entrevista acompanhada de uma linda sessão de fotos. Confira traduzida pela nossa equipe abaixo:

Sua mãe disse pra ela não fazer isso. Mas quando Lucy Hale tinha apenas 15 anos de idade, o mundo estava numa mania de Britney Spears, se bronzeadores de spray e tanguinhas e jeans de cintura baixa. Quem de nós não cogitou colocar um piercing no umbigo?

Lucy fez mais do que cogitar. “Eu tive o longo, o indecente, o inútil.” ela gesticula para o que eu acredito ser a linguagem universal do “melhores quiosques de shopping por volta de 2004.” Puxando sua blusa para cima, ela revela o buraco em seu umbigo que nunca fechou. “Me levou muito tempo para convencer minha mãe,” ela lembra. “E então eu não tive coragem de dizer a ela depois de um mês, que eu tinha detestado.”

Pode se pensar que esse conto terminaria com um “eu nunca mais furei lugar nenhum”. Mas estamos no momento numa sala no fundo da Maria Tash, uma loja de piercings no SoHo em New York City, porque Lucy, que acaba de fazer 30 anos, está aqui para o piercing número 10. E talvez o número 11, “Se eu estiver realmente louca.”

Ela sobe na mesa, balançando seu Converse branco como uma criança em uma cadeira grande enquanto um dos funcionários usa uma Sharpie para preparar sua fossa triangular (isso é científico para a parte de cima de sua orelha).

Em alguns segundos, um conjunto de diamantes brilha do lado direito da cabeça de Lucy. A dor, ela jura, não era nada. Nada! Ela está encantada. E esse é o momento onde tudo que eu pensei que sabia sobre Lucy se mostra totalmente errado.

A atriz, aparentemente uma das raras boas estrelas na decadência de Hollywood, é na verdade, carismática, e uma parceira para crimes. Eu comecei meu dia me preparando para a entrevista com uma pessoa famosa e de alguma forma, vou terminar com dois novos piercings em mim. Ou como Lucy diz, me assistir passar pelo processo indolor e pensar nisso como um presente para mim mesma.

Para o bem de ambas nossas mães, é uma boa coisa que estamos nos encontrando numa loja de piercings e não numa de tatuagens. Porque quem sabe quais decisões interessantes da vida seriam feitas por lá. Lucy está em sessões no longo e doloroso processo de remover seis tatuagens, incluindo um elefante (“Eu fiz ele fora do país e não foi bem feito”), uma lâmpada (“cansei dela”), e um verso da bíblia em sua costela (“eu não sou mais religiosa”, e a fonte não conversa com o resto do seu corpo). Algumas de suas tatuagens sobreviventes no momento: a escrita de sua avó no seu braço, um olho malvado, e uma frase do poeta do Instagram Atticus: “Love her but leave her wild.”

Precisa de um minuto para olhar essa capa de revista e ter certeza que esse ainda é um perfil da Lucy Hale? Eu entendo. Ela também. ELa tem plena consciência de sua imagem sem escândalos. Ela tem essa vibe Forever 21, e as pessoas vão pensar nela como adolescente até que ela faça 40 anos. (Veja também: Alexix Bledel ainda é Rory Gilmore; Sarah Michelle Gellar sempre será Buffy; Rachel Bilson ainda é nossa Summer.)

Em outras palavras, você está certo. Ela *parece* mansa. Exceto que essa Lucy Hale está tirando a laser um inocente elefantinho – e mantendo a palavra wild (selvagem). No começo, eu culpo Nova York por transformar esse anjo de pessoa em uma pessoa com um lado selvagem. A cidade tem uma fama de esmagar almas, e Lucy está morando aqui pela primeira vez, tirando uma folga de Los Angeles, onde ela viveu desde que tinha um piercing no umbigo.

Ela está na cidade para gravar Katy Keene, da CW, o mais novo spin-off inspirado na Archie Comics. Uma aspirante a estilista em seus 20 e poucos anos, Katy é uma caçadora de sonhos, uma moça esperta se apaixonando por se apaixonar. Como Carrie em Sex in the City. Ou o que eu chamaria de “O tipo Lucy Hale” antes de conhecer Lucy Hale.

Lucy vem interpretando a boa menina por tanto tempo que o produtor de Katy Keene, Roberto Aguirre-Sacasa usou seu rosto nesses moodboards antes da série ter o sinal verde, muito menos um elenco escolhido. “Ela foi nosso protótipo,” ele diz. “Katy é meio que uma It Girl mas também a menina da casa ao lado que conhecemos.” Que é atraente para o público (leia-se: você e eu.)

Então, Katy Keene, mesmo que, assim como PLL, tem bastante coisas sexy – a imagem inocente de Lucy ainda se perpetua. (Sim, a personagem de Lucy em PLL, Aria, matou alguém e enterrou um corpo, e ok, seu namorado de longa data era seu professor na escola. Mas mesmo depois de sete temporadas, Aria ainda era “boa”. Uma assassina moralmente superior com o coração de ouro.

Inteligente o suficiente para perceber que sempre estaria ligada a Aria, Lucy está animada para seguir em frente de forma criativa. Um sorriso conhecido passa por seu rosto quando ela anuncia, “Eu estou finalmente no ponto onde eu não preciso fazer audição para adolescentes. É tão legal.” Durante os anos, Lucy teve papéis em séries promissoras como Life Sentence e Ryan Hansen Solves Crimes on Television, embora ambas foram canceladas depois de uma ou duas temporadas. Ela tem o filme de terror Fantasy Island saindo esse ano além de dois papéis principais em filmes baseados em livros, The Hating Game e Pornology (reentitulado A Nice Girl Like You para a versão do filme). Basicamente, ela tem se esforçado e tentado muito crescer nas telas e na vida real.

“Olhando para trás agora é meio, oh, isso foi realmente difícil,” ela diz, apontando que seus 20 anos em uma série com “Bonita” no título. Ela continuava envelhecendo, da maneira normal de um ser humano, mas sua personagem nunca envelheceu um dia, ficando magicamente no ensino médio, por tipo, cinco anos seguidos. “Você sentia que tinha que defender um tipo de imagem,” ela diz. “E sempre fui muito pequena, mas no curso de oito anos, meu corpo mudou. Eu ganhei um pouco de peso, e ver como as pessoas reagiram a isso realmente mexeu com a minha cabeça.”

À medida que a série foi ficando mais e mais popular, toda essa dúvida interna foi ficando mais difícil de esconder. “Eu comecei a ter esses surtos relacionados ao estresse e hormônios”, ela lembra. Tinham dias que sua pele ardia, e “eles tinham essa luz especial para mim.” Finalmente, ela perdeu toda década dos seus 20 anos, que você começa como um pedaço de barro, embebido em cerveja derramada em festas e termina como uma rara obra de arte.

“Eu olho pra trás e penso que todos as horas e minutos que gastei me preocupando com como eu estava ou com algo que estava fora do meu controle,” diz Lucy. “Eu queria voltar no tempo, embora isso me levou ao que eu sou hoje.”

E onde exatamente está Lucy agora?

Para começar, ela está aliviada de ter 20 anos. “É tão bom não dar a mínima pra certas coisas,” ela diz.

E como ela ainda não teve a chance da vida moldá-la, ela fez muitas esculturas ela mesma, em apenas um dia. Vide: cortes de cabelo. “Foi a coisa mais libertadora que já fiz.” ela diz sobre a decisão de cortar o cabelo. As pessoas ainda vem até a Lucy e dizem que gostavam mais dela antes. E com “pessoas”, ela quer dizer homens.

“Não consigo nem contar as vezes onde caras disseram, ‘Você deveria deixar seu cabelo crescer de novo. Eu gosto de cabelo longo.’ E eu fico meio, ‘Eu não estou cortando meu maldito cabelo por você.’ Eu corto meu cabelo por mim. E eu me sinto ótima com ele assim.”

Ela se inclina, mais animada do que esteve o dia inteiro: “Ou vários caras não gostam de um batom mais ousado. Eu amo batons fortes. Eu não ligo. Eu não ligo! Eu não me visto para os homens, de verdade. Eu me visto para mim mesma e o que eu acho que é legal.” Ela define sua estética como um “look sexy não tradicional. Mais coisas masculinas são legais pra mim. Eu nunca fui a menina que quer roupas apertadas, mais baixas e curtas.’ Eu me visto constantemente como uma das gêmeas Olsen.”

Quando criança em Nashville, Lucy não esperava – e certamente não queria – essa vida. Ela sempre achou que estaria casada e com filhos agora. Você sabe, como muitos de nós achamos que sabemos exatamente pra onde nossa vida está indo até que crescemos e percebemos que nada está indo como esperado, e que nossas fantasias de infância falharam com nossas realidades adultas.

“Quando eu era mais nova, eu estava constantemente querendo ficar com alguém ou namorar alguém porque eu tinha medo de estar solteira ou sozinha,” Lucy explica. “Agora, eu estou no momento que se eu conheço alguém, é melhor que eleve minha vida, porque eu amo estar solteira.” (Seus planos sobre uma família? Estão na espera. Quando eu perguntei a equipe do Maria Tash o quão doloroso seria a dor de zero a uma inserção de DIU, Lucy disse que ama seu DIU da Kyleena porque “Eu não quero filhos no momento.”)

Como quase todo mundo no planeta, ela passou por uma fase de se apaixonar por bad boys, convencida de que podia consertá-los. Mas também como todo mundo, Lucy descobriu uma coisa: Caras legais são melhores.

“Eu costumava me atrair por pessoas danificadas que passaram por alguma merda,” ela diz. “Agora, eu sou tipo, você pode ser legal mas não entediante. Legal mas não um fracasso.” (Adolescentes vão, é claro, rolar os olhos lendo isso, agarrando-se ao pensamento de preferirem o Billy ao Steve em Stranger Things, Nate ao McKay em Euphoria. Eu já fiz isso. Lucy também.)

Ela tentou aplicativos de relacionamento – especificamente um VIP que não pode ser revelado.

Não para encontrar um marido, mas também para conhecer um cara legal, não chato, para sair. E, ok, talvez um bad boy famoso, apenas para se divertir.

“John Mayer está lá,” ela diz. “E eu dei sim pra ele, mas eu não acho que ele deu sim em mim.”

Eu me sinto obrigada a perguntar a Lucy se ela não está nem um pouco preocupada com sua, hã, reputação (trocadilho sobre a Taylor Swift feito com sucesso). “Eu estou tão atraída pelo talento musical, que eu não me importo,” ela diz, realmente despreocupada, sem medo de qualquer dor. Isso é, afinal, alguém que sorriu enquanto sua cartilagem era destruída pela décima vez, e mencionamos que as remoções de tatuagem também não são uma caminhada no parque?

Nesse ponto, ainda estou abalada depois de conhecer essa mulher forte que é Lucy Hale. E agora, eu quero desesperadamente ser sua parceira no crime, especialmente depois que ela diz: “Ok, eu queria um bracelete da Cartier por um bom tempo. Mas eu estava meio, oh, eu preciso de alguém pra comprar pra mim. Agora, meus amigos dizem ‘Não, compre você mesma.'” E eu fantasio sobre nós saindo para assistir ela fazendo isso. “Você tem que se dar recompensas,” ela afirma. “Caso contrário, o que estamos fazendo?”

Eu concordo, e saímos nas ruas do SoHo. Olho por cima do ombro, emocionada ao saber que todos estão olhando para ela e vendo açúcar. Eu pude ver o tempero, e isso é delicioso pra caralho.

Fonte: Cosmopolitan

Confira as fotos e vídeos do ensaio:

REVISTAS – SCANS > 2020 > COSMOPOLITAN

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ENSAIOS FOTOGRÁFICOS – PHOTOSHOOTS > 2020 > COSMOPOLITAN

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15.01

Na noite do dia (12), Lucy Hale esteve presente no Critics Choice Awards, parte da temporada de premiações de Hollywood. Lucy apresentou uma categoria ao lado de sua colega de elenco em Katy Keene, Ashleigh Murray.

Confira fotos e vídeos do evento:

APARIÇÕES EM EVENTOS – EVENTS & APPEARANCES > 2020 > 12/01 – 25TH ANNUAL CRITICS’ CHOICE AWARDS IN SANTA MONICA, CALIFORNIA

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10.01

Na tarde de ontem (9), foi divulgado nas mídias sociais oficiais de ‘Katy Keene’ o novo poster promocional da série. Confira abaixo:

SÉRIES E FILMES – TV SHOWS AND MOVIES > TELEVISÃO > KATY KEENE > 1ª TEMPORADA > POSTERS

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